Edição 77

Espaço pedagógico

A leitura como atividade interativa no desenvolvimento social e crítico do aluno

Flávio Tomaz Pacheco

As dificuldades com a prática de leitura são uma das questões mais discutidas no âmbito educacional. Há vários questionamentos sobre o ensino e a contribuição dessa atividade interativa para a formação de um leitor social e crítico. Antigamente, a leitura era considerada apenas um meio de receber uma mensagem importante; atualmente, o ato de ler ajuda no processo de desenvolvimento e entendimento. A leitura é um aspecto importante para o indivíduo, pois abrange várias dimensões no processo educativo. Através dela, ocorre a compreensão crítica entre leitores e autores, facilitando a prática diária do contato para se relacionar melhor com o outro.

1. Leitura e interação: aspectos importantes na formação de um leitor social

A leitura interativa incentiva os estudantes a irem em busca de questionamentos, sabendo o que falam, sendo capazes de entender o mundo e os outros através dela, além de saberem interagir com o outro para buscarem o conhecimento que pode ser encontrado/descoberto no ato de ler. Por isso, a leitura deve proporcionar comunicação e interação entre os sujeitos no uso social.

Segundo Antunes (2003, p. 27), a leitura hoje se apresenta como “uma atividade sem interesse, sem função, pois aparece inteiramente desvinculada dos diferentes usos sociais que se faz da leitura atualmente”, e, refletindo sobre esse discurso, vimos que a autora deixa claro que a leitura faz parte dos usos sociais, ou seja, é uma prática interativa que se realiza entre os sujeitos, mas, nas escolas atuais, não está havendo essa função, que é fundamental no mundo em que vivemos, além de ser de extrema importância para o desenvolvimento social dos alunos. Porém, para que eles percebam a importância dela e seu objetivo, é preciso que seja uma prática que possibilite experiências prazerosas, como nos fala Antunes (2003, p. 71):

[...] a leitura possibilita a experiência gratuita do prazer estético, do ler pelos simples gosto de ler. Para admirar, para deleitar-se com as ideias, com as imagens criadas, com o jeito bonito de dizer literariamente as “coisas”.

Antunes diz, ainda, que a leitura deve ser um exercício prazeroso, divertido, com um sentimento que provoque no aluno o desejo por ler, uma atividade que contribua para o seu desenvolvimento e que não haja cobrança do professor. Deve ser, portanto, um ato gratuito e que os alunos não sintam como uma obrigação, pois, se assim for, o aluno verá na leitura uma prática interativa que lhe trará subsídio para que ele enxergue o mundo de outra forma. Antunes (2003, p. 81–82) ainda acrescenta que:

[...] a leitura se torna plena quando o leitor chega à interpretação dos aspectos ideológicos do texto, das concepções que, às vezes, sutilmente, estão embutidas nas entrelinhas. O ideal é que o aluno consiga perceber que nenhum texto é neutro; que, por trás das palavras mais simples, das afirmações mais triviais, existe uma visão de mundo, um modo de ver as coisas, uma crença. Qualquer texto reforça ideias já sedimentadas ou propõe visões novas.

Sendo assim, a leitura produz novas práticas de ensino e contribui para o desenvolvimento social do aluno quando apresenta a realidade dele, trazendo um melhor entendimento da verdadeira função da leitura. Como vimos na citação, para que haja um entendimento da leitura é indispensável que o leitor interaja com o autor para entender o texto por um todo, além de utilizar outros conhecimentos. Pois, muitas vezes, as informações estão nas entrelinhas, e, para que o aluno/leitor descubra essas informações, deve ler com compreensão.

Assim, segundo nossas leituras e reflexões com base em Antunes, vimos que a leitura deixa de ser uma prática interativa social quando não há relação entre escola/sociedade e quando não há uma comunicação entre os indivíduos, pois, para que a leitura não seja apenas uma mera atividade, deve haver uma interligação com o que o aluno lê na escola e os fatos ocorridos no seu cotidiano. Sendo assim, a leitura deve representar uma atividade que produza relações com o outro, ultrapassando a mera atividade escolar. Muitas vezes a escola, que é o principal lugar para o desenvolvimento dessa prática comunicativa/interacional, não proporciona essa vivência ao aluno. Diz-nos, Lilian Silva:

[...] uma escola “sem tempo da leitura”, porque, como declararam os alunos, “tinha que aprender as narrativas, a língua portuguesa e as palavras que a gente fala errado” ou ainda, porque “atrapalha o professor em suas explicações” (SILVA apud ANTUNES, 2003, p. 27).

Dessa forma, deveria, a escola, dar a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos, pois a escola é um lugar que deve promover todas essas práticas de estudos da língua portuguesa para que o aluno seja capaz de obter diferentes conhecimentos que contribuam para o seu desenvolvimento do dia a dia. A leitura deve ser uma dessas atividades que leva o aluno a ver o mundo em sua volta de uma maneira diferente, enxergando o futuro mais rapidamente. E ela deve ser uma prática prazerosa, gostosa, que ultrapasse uma simples atividade mecânica, que produza significado e sentido ao aluno/leitor, tendo em si um propósito definido, um objetivo a ser alcançado.

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Faz-se necessário entender que a palavra leitura deriva, originalmente, da palavra latina lectura, que significa reunir, enrolar, ler para si próprio, de acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Portanto, ler de forma significativa é enxergar o mundo com outro olhar, é buscar o conhecimento que só a leitura pode proporcionar. E, de acordo com o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, “leitura consiste em percorrer, em determinado suporte físico de armazenamento, as sequências de marcas codificadas que representam informações registradas, e reconvertê-las à forma anterior [...]”. Dessa forma, percebemos que a leitura tem vários significados, pois é indispensável para a formação do ser humano dentro da sociedade, além de ser um ato interacional entre os participantes dessa atividade.

2. A importância da leitura na formação de um leitor crítico

A leitura não deve ser vista apenas como uma forma de adquirir conhecimentos, deve haver uma consciência de que ela proporciona também o desenvolvimento crítico do leitor, pois percebemos que são diferentes as circunstâncias nas quais o sujeito dela necessita e a utiliza, mas o fato principal é que todos devem entender que a leitura e a escrita fazem parte de uma sociedade letrada, na qual eles estão inseridos, e que se faz necessário desenvolvê-la de maneira satisfatória, como uma condição para seu crescimento como cidadãos críticos e reflexivos. Segundo os PCN in Koch (2007, p. 12):

[...] a leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem, não se trata de extrair informação decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançando na busca de esclarecimento, validando, no texto, suposições feitas.

Dessa maneira, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, para haver todo esse conhecimento do aluno/leitor, como foi citado anteriormente, faz-se necessário que ele realize a leitura de forma mais significativa, proporcionando-lhe a formação de um leitor e cidadão mais social, crítico e reflexivo, capaz de atuar na sociedade em seu favor, considerando os valores éticos, morais e sociais através da compreensão que a leitura pode proporcionar. O leitor não é qualquer um, é um leitor que se influencia pelas características individuais no ato de ler, como afirma Gomes (2009, p. 109):

[...] a relação do indivíduo com a atividade de leitura depende também de fatores individuais, como personalidade, atitude, aptidão, motivação e outros que se combinam com os elementos descritos anteriormente para a formação do leitor.

É desse tipo de leitor que estamos falando, um leitor que busca estratégias de compreensão, que consegue se utilizar de aspectos individuais, o que o faz ser um leitor crítico, que não apenas decodifica códigos, mas que compreende a essência do texto, estabelecendo relações com o autor, preenchendo as lacunas que possivelmente possam surgir no ato do ler e utilizando-se de hipóteses para a compreensão do todo do texto. Kleiman (2007, p. 43) diz que:

[...] ao formular hipóteses o leitor estará predizendo temas e ao testá-las ele estará depreendendo o tema; ele estará também postulando uma possível estrutura textual e, na testagem de hipóteses, estará reconstruindo uma estrutura textual; na predição, ele estará ativando seu conhecimento prévio; e, na testagem, ele estará enriquecendo, refinando, checando esse conhecimento.

Com esse discurso, Kleiman deixa bem clara a grande importância de o aluno/leitor possuir e aplicar os conhecimentos prévios no ato da leitura, pois é preciso que o aluno seja capaz de entender o mundo que o cerca e que ele seja competente nos diversos conhecimentos, tanto os conteúdos gramaticais quanto os linguísticos e sociais.

O aluno deve ser um leitor que não apenas constrói/compõe/copia ou reproduz o que o outro falou ou escreveu, mas que recebe o texto e entende o que lê, que procura pistas sobre o texto e tem a liberdade de aceitar ou não as conclusões do autor, pois tem criticidade em relação ao que lê. O Ensino Médio é a modalidade de ensino que mais deve desenvolver as habilidades de leitura e escrita, preparando-o para o mundo do trabalho, o mundo fora da escola, que requer jovens competentes para as diversas situações, jovens habilidosos e bons leitores. Estamos cercados por diversos tipos de texto e, para que possamos entendê-los, é necessário que saibamos ler e compreender o objetivo de cada um deles. Segundo Koch (2007, p. 28):

[...] em nosso dia a dia, deparamo-nos com inúmeros textos veiculados em meios diversos (jornais, revistas, rádio, TV, internet, cinema, teatro), cuja produção é “orientada” para um determinado tipo de leitor, o que, aliás, vem evidenciar o princípio interacional construtivo do texto.

Então, espera-se da parte do aluno/leitor que ele compreenda que cada texto obedece a uma situação social comunicativa interacional, que cada texto tem um objetivo específico no meio onde é vinculado e que cabe a ele realizar uma leitura diferenciada de acordo com o tipo de texto para entender a mensagem. Com isso, o escritor deve, sem dúvida, ser relevante, informativo e claro para que, no ato da leitura, o aluno/leitor possa ter uma melhor compreensão do texto. Para Kato (2007, p. 69):

[...] o leitor, por sua vez, deverá compreender o objetivo do autor, acreditar em sua sinceridade, procurar a relevância dos subjetivos em relação ao objetivo central e esperar que os objetivos venham codificados através de recursos linguísticos mais simples.

A autora deixa evidente que o leitor de que se fala é um leitor que encontra, de forma significativa, os indícios deixados pelo escritor/autor para entender o sentido do texto, ou seja, para captar os objetivos do autor, suas intenções e ideias. Não é qualquer tipo de leitor, é um leitor experiente, compreensivo e que possui muito conhecimento linguístico; é aquele que se apropria da leitura para a aquisição do seu próprio conhecimento, buscando sempre melhorar sua formação crítica, social e cultural. É um leitor idealizado pelos modelos ascendente e descendente, como explica Kato (2007, p. 66–67):

[...] o leitor idealizado pelo modelo ascendente é aquele que analisa cuidadosamente o input visual e que sintetiza o significado das partes menores para obter o significado do todo. O leitor idealizado pelo modelo descendente é aquele que se apoia principalmente em seus conhecimentos prévios e sua capacidade inferencial para fazer predições sobre o que o texto dirá, utilizando os dados visuais apenas para reduzir incertezas.

Então, para Kato, com esses dois modelos de leitor teremos o leitor “ideal”, proficiente, um leitor competente na leitura, pois ela é um dos caminhos mais viáveis para desenvolver e estimular a formação de ideias. Com isso, o educador/professor deve favorecer atividades de leitura aos alunos que os aproximem do prazeroso ato de ler. Pois, nessa etapa escolar dos estudantes no Ensino Médio, é de extrema importância o modelo do professor mediador, o qual proporciona aos alunos oportunidades adequadas de leitura para que eles possam ter nela situações interativas de aprendizagem e, assim, ter um amplo conhecimento, como afirma Kleiman (2007, p. 26):

[...] o aluno poderá tornar-se ciente da necessidade de fazer da leitura uma atividade caracterizada pelo engajamento e uso do conhecimento, em vez de uma mera recepção passiva. Recipientes não compreendem [...], o conhecimento adquirido determina, durante a leitura, as inferências que o leitor fará com base em marcas formais do texto.

Para Kleiman, o aluno deve perceber que a leitura não é uma atividade parada, estática, mas, sim, dinâmica, interativa e um tanto complexa, que transmite conhecimentos, e, por isso, faz-se necessário dinamizá-la, desenvolvendo melhor essa prática, para que o estudante compreenda o grande valor da leitura para a sua vida. E, para isso, é preciso um leitor que seja proficiente, pois a leitura é uma atividade muito importante para todos nós que vivemos em uma sociedade letrada, cercada por todo tipo de texto; a leitura nos torna capazes de interagir melhor com o mundo. No entanto, para Kleiman (2007, p. 30) há um grande desafio nas escolas em formar alunos/leitores críticos, pois:

[...] o contexto escolar não favorece a delineação de objetivos específicos em relação a essa atividade. Nele, a atividade de leitura é difusa e confusa, muitas vezes se constituindo apenas em um pretexto para cópias, resumos, análise sintática e outras tarefas do ensino de língua. Assim, encontramos o paradoxo: enquanto fora da escola, o estudante é perfeitamente capaz de planejar as ações que o levarão a um objetivo predeterminado quando se trata de leitura.

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Kleiman é bem clara no seu discurso quando fala do ensino e da prática da leitura na escola, pois para ela a escola não cumpre seu papel de trabalhar a leitura para o desenvolvimento do aluno. A escola é o lugar primordial para realizar essa habilidade, mas, muitas vezes, no seu dia a dia, o estudante não tem tempo nem vontade para ler em casa ou fora da escola. No entanto, os alunos se deparam a todo o momento com diversos textos e precisam compreendê-los para entendê-los. E, embora a escola não ensine, a sociedade, sem dúvida, exige, pede do aluno/leitor que ele possa entender o mundo à sua volta através da leitura. Dessa maneira, estamos falando de um leitor competente, habilidoso e entendido das diversas situações sociais. Kleiman (1998, p. 51) nos diz que:

[...] o leitor experiente tem duas características básicas que tornam a sua leitura uma atividade consciente, reflexiva e intencional: primeiro, ele lê porque tem algum objetivo em mente, isto é, sua leitura é realizada sabendo para o que está lendo, e, segundo, ele compreende o que seus olhos percebem e seletivamente é interpretado, recorrendo a diversos procedimentos para tornar o texto inteligível quando não consegue compreender.

Dessa forma, para a autora, um bom leitor é aquele que lê com os objetivos definidos, determinados e cria, assim, estratégias para compreender o que está sendo lido; é um aluno/leitor que já tem um bom grau de habilidade com a leitura e que sabe subtrair do texto seu significado, as informações nas entrelinhas, bem como dar-lhe sentido, pois é um leitor proficiente. Como continua afirmando Kleiman (1998, p. 51):

[...] o leitor proficiente faz escolhas baseando-se em predições quanto ao conteúdo do livro. Essas predições estão apoiadas no conhecimento prévio tanto sobre o assunto (conhecimento enciclopédico) como sobre o autor, a época da obra (conhecimento social, cultural, pragmático) e o gênero (conhecimento textual). Daí ser necessário que todo programa de leitura permita ao aluno entrar em contato com um universo textual amplo e diversificado.

Com esse discurso, Kleiman continua afirmando que é essencial para o sucesso com a atividade de leitura em sala a utilização de um amplo universo textual, para que o aluno entre em contato com os diversos tipos de texto que veiculam socialmente. Pois, dessa maneira, o aluno pode adquirir autonomia e escolher o tipo de texto que mais combina com seu gosto e suas necessidades de comunicação. É importante proporcionar, então, aos alunos, situações diversificadas em que a leitura esteja em foco nelas. Portanto, alunos e professores devem compreender que a escola é o lugar propício para que a leitura se desenvolva; uma leitura crítica e criativa, que deve ser mais ativa no cotidiano escolar, pois, sem dúvida, um bom leitor é aquele que se utiliza de estratégias de leitura. Segundo Kleiman (1998, p. 49):

[...] quando falamos de estratégias de leitura, estamos falando de operações regulares para abordar o texto. Essas estratégias podem ser inferidas a partir da compreensão do texto, que, por sua vez, é inferida a partir do comportamento verbal e não verbal do leitor, isto é, do tipo de resposta que ele dá a perguntas sobre o texto, dos resumos que ele faz, de suas paráfrases, como também da maneira como ele manipula o objeto: se sublinha, se apenas folheia sem se deter em parte alguma, se passa os olhos rapidamente e espera a próxima atividade começar ou se relê.

Sendo assim, para Kleiman, no ato da leitura, o aluno/leitor deve ser capaz de inferir estratégias de leitura para que possa compreender o texto por completo. Pois a leitura é uma atividade que exige e envolve vários tipos de conhecimento e diversas habilidades do leitor ao utilizar o texto. Então, a leitura é uma prática que deve estar presente na escola e fora dela, precisa se fazer presente na vida do estudante, não algo paralelo ao processo de ensino-aprendizagem, mas algo que é essencial ao desenvolvimento social e cognitivo. Por isso, ela deve estar aplicada ao contexto real, para que o ato de ler possa fazer sentido para os alunos e eles possam enxergar a leitura como uma prática que lhes possibilita novos conhecimentos e novas descobertas, pois é uma atividade que transforma e informa os acontecimentos da sociedade na qual eles estão inseridos.

Considerações finais

O desenvolvimento de um leitor social e crítico não depende apenas da interpretação de textos, mas de uma atividade constante de leituras na escola e fora dela. Para isso, a leitura deve se desprender de uma mera reprodução que se limita apenas ao passar de olhos do aluno/leitor pelas linhas do texto, decodificando as palavras e se prendendo à superficialidade do mesmo. Formar um leitor crítico é, sem dúvida, uma necessidade de se formar também cidadãos sociais e críticos para estarem inseridos na sociedade lutando por seus direitos, seu espaço no mundo de uma maneira mais clara, realizando seus objetivos e seus deveres com eficiência, porque é o que a leitura lhes proporcionará.

Referências

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. 8. ed. São Paulo: Parábola, 2003.

BRASIL. PCN + Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, códigos e suas tecnologias. Secretaria de Educação Média e Tecnologia: Brasília: MEC; Semtec, 2002.

GOMES, Maria de Castro. Metodologia do ensino de língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2009.

KATO, Mary Aizawa. O aprendizado da leitura. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura. Teoria e prática. 6. ed. Campinas: São Paulo, 1998.

________. Texto e leitor: Aspectos cognitivos da leitura. 10. ed. São Paulo: Pontes, 2007.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção de sentidos. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2007.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.

Flávio Tomaz Pacheco é pós-graduando em Práticas Pedagógicas Aplicadas à Língua Portuguesa na Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso). Graduado em Letras pela Faculdade São Miguel (FSM). Professor da rede estadual e do Educandário Francisca Sales, em Igarassu/PE. Endereço eletrônico: flaviopacheco123@hotmail.com.

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