Edição 68

Editorial

Editorial

Prezado Educador/
Prezada Educadora,

Feliz 2013!
Feliz Vida!
Feliz ano letivo!

Como em todos os anos, neste, para abrilhantar nossa primeira edição de 2013, trazemos para vocês a Campanha da Fraternidade, que tem como tema Fraternidade e Juventude. Veja o que nos diz este trecho do Texto-Base da CF 2013:

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“Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8)

A Igreja no Brasil, com a escolha desse lema para a Campanha da Fraternidade de 2013, renova sua confiança no jovem, capaz de ouvir e de responder aos mais nobres convites que a vida lhe faz. O jovem, como o profeta Isaías, quando escutado e acolhido, deixa sua voz expandir, testemunhando convicção, tomada de posição, disponibilidade, autoestima, resposta qualificada ao chamado maior da alteridade e do serviço. A atuação de inúmeros jovens discípulos-missionários na Igreja e na sociedade, de maneira responsável e criativa, nos dá provas suficientes de sua capacidade de entrega generosa e repleta de alegria ao projeto de Deus.

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A juventude é um ciclo da vida. É na fase de formação da personalidade que se concentram os maiores problemas e desafios, mas a juventude é também a fase de maior energia, de criatividade, de generosidade e de potencial para o engajamento na vida social. Nesse tempo, surgem as dúvidas, os anseios, as inseguranças quanto ao futuro da própria vocação e profissão. É uma fase bastante delicada, pois, sem a capacidade de autoconhecimento e de autocrítica, o jovem é incapaz de analisar as situações com objetividade, de administrar os conflitos, de se relacionar de maneira equilibrada.

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Extraído da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil / Campanha da Fraternidade 2013: Texto-Base. Brasília: CNBB, 2012.

Sabemos que os jovens são pessoas mais sensíveis e propensas às mudanças. Em geral, não são passivos, pois são agentes de renovação da Igreja e da sociedade. Atingido pelos fortes aspectos da cultura emergente, pelas constantes transformações, pelo poder de comunicação dos meios eletrônico-digitais, pela exclusão social e pela violência, o meio juvenil é sempre o primeiro segmento da sociedade a absorver tanto os elementos bons quanto os ruins dessas mudanças.

É nesse contexto que nós, como educadores, juntamente com a família, temos que ajudar nossos jovens a encontrar seu caminho, construir sua personalidade de forma autêntica e sincera e, sobretudo, orientá-los a respeito dos meios escusos de autoafirmação, dos perigos relacionados à dependência química. É fundamental orientar o jovem nas decisões mais delicadas, tendo em vista uma postura coerente consigo mesmo e com a responsabilidade ética.

Que o Deus Criador nos ajude nesta caminhada e que 2013 seja um ano de mudanças positivas, principalmente para nossos jovens, futuros homens e mulheres capazes de mudar uma sociedade.

Um grande abraço,

assinatura

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