Edição 27

Matérias Especiais

GÊNIOS DA CIÊNCIA

Gênios da ciência e da arte imortalizaram-se 
justamente na área em que possuíam deficiência.

genios_cienciaAleijadinho, artista insuperável

Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, nasceu em 1730 e morreu em 1814. Sofria de uma enfermidade que lhe atrofiou as mãos, mas nunca deixou de esculpir em madeira e pedra-sabão. De sua oficina de arte sacra, em Ouro Preto, sua cidade natal, saíram obras-primas para diversas cidades de Minas Gerais. Aleijadinho é o maior artista barroco brasileiro.

 

genios_ciencia1Van Gogh e sua natureza “diferente”

Vincent van Gogh, pintor holandês, nasceu em 1853 e faleceu em 1890. Seus quadros retratam os problemas mentais que o acompanharam por toda a vida, porém não impediram que se tornasse um dos gênios da pintura moderna.

 

Beethoven e a sinfonia do silêncio

genios_ciencia2Ludwig van Beethoven nasceu na Alemanha, em 1770, e faleceu em 1827, em Viena (Áustria), onde viveu desde a juventude. Um dos maiores e mais conhecidos músicos de todos os tempos, perdeu, progressivamente, a audição. Ao compor sua obra-prima magistral, a 9ª Sinfonia, já estava completamente surdo.

 

genios_ciencia3E se Einstein tivesse desistido?

Albert Einstein nasceu na Alemanha, em 1879, e morreu nos Estados Unidos, em 1955. A família temia que fosse retardado, pois só falou aos 4 anos de idade. Na escola, era aprovado com nota mínima, exceto em Matemática, e foi até aconselhado a desistir do estudo por falta de capacidade. Graduou-se no Instituto Politécnico de Zurique (Suíça) e não conseguiu o almejado cargo de professor. Entrou, então, no serviço público federal e passou a usar as horas vagas para refletir e escrever sobre Física. Publicou diversos artigos científicos que lhe deram o Prêmio Nobel e o projetaram de forma decisiva na ciência moderna.

 

genios_ciencia4Bach, inspiração mais forte que a luz

Johann Sebastian Bach nasceu na Alemanha, em 1685, e faleceu em 1750. Desde jovem, executou violino e órgão em cerimônias religiosas. Tornou-se famoso e foi convidado a reger corais em igrejas católicas e luteranas e orquestras em cortes de príncipes. Compôs peças sacras e profanas que o consagraram e abriu uma escola de música na cidade de Leipzig, na qual trabalhou até a morte. Teve cegueira progressiva e viveu os últimos anos em completa escuridão. Ainda assim, ditava as notas de suas composições para um de seus alunos.

 

 

Fonte: Diálogo – Revista de Ensino Religioso, nº 40 – Ano X, Outubro/2005. p. 54 e 55. Editora Paulinas.

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