Edição 62

Lendo e aprendendo

Que a saúde se difunda sobre a Terra

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Introdução

O significado de saúde e de salvação, ao longo da História, são convergentes e sempre apresentaram uma relação profunda. Em diversas línguas, os termos nasceram de uma raiz única e, por muito tempo, partilharam a mesma palavra. Em geral, saúde e salvação significavam plenitude, integridade física e espiritual, paz, prosperidade. Evidência disso é que, nas grandes romarias, o povo, em sua fé, sempre pede, mas também agradece, pela cura e saúde alcançadas. Não é algo que somente aconteceu no passado, pois ocorre ainda hoje.

As religiões sempre ofereceram respostas à busca de um sentido para a existência e seus grandes desafios, particularmente em relação à dor, ao sofrimento, ao mal e à morte, que afligem a humanidade indistintamente. Nesse sentido, procuremos ouvir não só os ensinamentos bíblicos, como também os da Teologia e da prática pastoral da Igreja a fim de iluminar essa questão, vital para todos.

Saúde na Antiguidade e na Bíblia

Desde muito cedo, a humanidade empenhou-se em conservar a saúde e vencer as doenças, além de lhes atribuir diferentes conceitos e explicações. Para muitos povos, a doença resulta da ação de forças alheias ao organismo que se instalam na pessoa por causa da desobediência a certas normas sociais, por erros cometidos em vidas passadas, por castigo de alguma divindade ofendida, pela ação de demônios ou maus espíritos.

Por outro lado, consideram que as divindades podem curar o mal, o que supõe diagnósticos, práticas e receitas curativas associadas, quase sempre, a esconjurações mágicas, que são concebidas como remédios em uma esfera na qual atuam os deuses e todos os tipos de entidades intermediárias. Assim, é comum, em diversas culturas, o recurso à religião e à magia na busca de sentido para a vida; a doença e a saúde, indicando profunda relação entre doença e religião.

Doença e saúde no Antigo Testamento

O livro do Eclesiástico considera a doença como o pior de todos os males (Eclo 30,17), um mal que faz perder o sono (Eclo 31,2). O povo judeu entendia que a falta de saúde estava intimamente ligada à culpa, ao pecado. A cura para as doenças deveria ser obtida, em primeiro lugar, pela oração (2 Sm 12, 15–23). Vários salmos são de doentes que suplicam a Deus a cura. Segundo Carlos Mesters:

Cura e perdão dos pecados parecem duas faces de uma mesma moeda: ambos vêm de Deus mediante a prece. Porém, o Eclesiástico também propõe um novo modo de compreender a doença e, sobretudo, estimula um comportamento diferente na busca do restabelecimento da saúde. Se antes, recorrer à medicina e a seus profissionais era visto como falta de fé no Deus Altíssimo, o Eclesiástico considera os remédios, os médicos e a ciência possibilidades de cura que vêm do próprio Deus e, consequentemente, devem ser buscados quando necessário.

img-1777-02O Eclesiástico e a sabedoria popular em saúde

O conteúdo do livro do Eclesiástico resulta da coleta de um conjunto de ensinamentos que circulava no meio do povo. O autor desejou deixá-los por escrito para manifestar a resistência contra os dominantes da época que queriam impor sua cultura e ciência, tirando do povo de Israel sua autoestima e negando sua sabedoria. Muitas vezes, os ditos são dispostos de maneira a constituir pequenas coletâneas, como no caso do verso que inspirou o lema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Que a saúde se difunda sobre a Terra” (Eclo 38,8). Este é o verso central de uma coleção de ditos sobre a saúde e sobre o papel e a missão dos médicos e de outros profissionais que buscam preservá-la.

É importante resgatar a relação da saúde com a temperança, pois, efetivamente, a melhor forma de tratar da saúde de uma pessoa é evitar que ela adoeça. Nesse sentido, convém resgatar e valorizar as práticas centradas na prevenção, na informação, na disseminação de iniciativas que ajudam na preservação da saúde; tanto as governamentais — como campanhas de vacinação, de cuidados para evitar epidemias ou de incentivo ao pré-natal — quanto as comunitárias, que estimulam modos alternativos de alimentação, prática de esportes, exercícios físicos, entre outros.

Do texto já citado do livro do Eclesiástico (Eclo 38,1–15), ainda podemos extrair ensinamentos oportunos para a área da saúde pública, pois faz referência às pessoas responsáveis pela manutenção da saúde da população. Mais importante que curar, é o trabalho de evitar que as pessoas adoeçam e ajudá-las para que tenham saúde em abundância. Realidade que o ditado popular consagrou: “É melhor prevenir que remediar”.

img-1777-03O sofrimento do justo e seu significado

Talvez o livro mais significativo no Antigo Testamento, no que se refere ao tema de que estamos tratando, é o que narra a experiência de Jó. Esse escrito da literatura sapiencial aborda o problema do sofrimento relacionando doença — castigo ­pecado – Deus. Permeava a antiga cultura hebraica a concepção de que cada doença ou sofrimento se explicava pela identificação de algum pecado cometido contra Deus, que, por justiça, castiga o pecador impondo-lhe algum sofrimento. Assim, o sofrimento é o castigo infligido por Deus pelos pecados dos homens. Ele se apresenta como resposta à transgressão, pois a ordem moral objetiva exige uma pena para o pecado e para o crime. O sofrimento só tem um sentido no plano da justiça de Deus, que paga o bem com o bem e o mal com o mal.

Na leitura da experiência de Jó, percebe-se que Deus não é a origem do sofrimento nem do mal. O sofrimento faz parte da misteriosa presença do mal, que é impossível de se compreender, mas que também não pode ser atribuída exclusivamente à responsabilidade pessoal. Sobretudo, supera a ligação automática entre doença e castigo divino. Dessa forma, “que a resposta à pergunta sobre o sentido do sofrimento não fique ligada, sem reservas, à ordem baseada somente na justiça”.

O beato papa João Paulo II ressalta que:

para se poder perceber a verdadeira resposta ao porquê do sofrimento, devemos voltar nossa atenção para a revelação do amor divino, fonte última do sentido de tudo aquilo que existe. O amor é também a fonte mais rica do sofrimento, que, não obstante, permanece sempre um mistério; estamos conscientes da insuficiência e inadequação das nossas explicações. Cristo introduz-nos no mistério e ajuda-nos a descobrir o porquê do sofrimento, na medida em que nós formos capazes de compreender a sublimidade do amor divino.

Saúde e doença no Novo Testamento

A cura do cego de nascença

O capítulo nono do Evangelho de São João relata o encontro de Jesus com um cego de nascença enquanto caminhava nos arredores do templo (Jo 9, 1–41). Há notícias de que a cegueira era extremamente comum no Oriente Médio. Nos textos bíblicos, fala-se sobretudo de dois tipos de cegueira. A oftalmia, doença altamente contagiosa, agravada pelos raios do Sol, pela poeira e pela areia sopradas do deserto e pela falta de higiene. Outra forma mencionada é a cegueira senil, que resulta do avançar dos anos. De acordo com o relato evangélico, são os discípulos que, em primeiro lugar, percebem a presença do cego e propõem uma questão a Jesus.

A dúvida dos discípulos, ao encontrarem o cego, é de ordem teológica. “Quem pecou para que ele nascesse cego?” (Jo 9, 2). Seguindo a teologia tradicional, os discípulos propõem a Jesus uma pergunta: Teria o homem pecado ou teriam sido seus pais? (Jo 9, 2), pois havia a compreensão de que o pecado dos pais poderia prejudicar os descendentes, por várias gerações. Essa forma de compreender foi objeto de questionamento e de confronto com Jesus em várias ocasiões.

A resposta de Jesus aos discípulos é clara: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas é uma ocasião para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9, 3). Cristo interrompe a tradição de vincular doença e pecado e oferece aos discípulos, aos fariseus, aos judeus, aos familiares do cego e ao próprio cego uma catequese sobre sua missão. Jesus apresenta–se como “luz do mundo” e luz que se manifesta pelas obras que realiza. Essa experiência permite que o próprio cego se transforme em discípulo.

Jesus e os doentes: a saúde se difunde sobre a Terra

O anúncio da missão de Jesus na sinagoga de Nazaré inclui “a recuperação da vista dos cegos” (Lc 4, 19). No entanto, em toda ação de Jesus, percebemos inúmeros gestos de quem está preocupado em recuperar a saúde, não apenas no aspecto biológico, mas ajudando o ser humano a ter uma vida digna, saudável e reintegrada à sociedade, porque a doença significava exclusão social. Diz o Evangelho:

Jesus percorria toda a Galileia ensinando nas sinagogas deles, anunciando a boa-nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo (Mt 4, 23).

Jesus não tem só poder de curar, mas também de perdoar pecados: ele veio curar o homem inteiro, alma e corpo; é o médico de que necessitam os doentes. Sua compaixão para com todos aqueles que sofrem é tão grande que Ele se identifica com eles: “Estive doente e me visitaste” (Mt 25, 36). Seu amor de predileção pelos enfermos não cessou, ao longo dos séculos, de despertar a atenção toda especial dos cristãos para com todos os que sofrem no corpo e na alma. Esse amor está na origem dos incansáveis esforços para aliviá-los.

Bom samaritano: paradigma do cuidado

A parábola do bom samaritano é entendida como paradigma do cuidado. Mesmo que sejam possíveis outras interpretações, parece-nos oportuno evidenciar, nesse contexto da Campanha da Fraternidade, o bom samaritano como uma figura emblemática para o cuidado que se espera da parte dos profissionais e servidores da saúde.

Essa parábola, em si mesma, exprime uma verdade profundamente cristã e, ao mesmo tempo, muitíssimo humana universalmente. Não é sem motivo que até na linguagem corrente se designa obra de bom samaritano qualquer atividade em favor dos homens que sofrem ou precisam de ajuda.

A parábola ajuda a pensar sobre a solidariedade, como também acerca da vulnerabilidade a que todos estamos condicionados desde a criação. De fato, os dois relatos da criação do homem e da mulher, de alguma maneira, nos remetem a essa ambiguidade que nos constitui. O primeiro relato sublinha a dignidade humana. Nós somos imagem e semelhança de Deus. Manifestamos, uns para os outros, a presença de Deus. O segundo relato lembra a matéria de que somos feitos: do húmus, do barro da terra. Assim, temos a dignidade de Deus, mas somos modelados pela fragilidade, pela precariedade. Carregamos a marca da criaturalidade, ou seja, da dependência, e não da autossuficiência. Ninguém vive sozinho!

A parábola do bom samaritano nos lembra a condição de fragilidade humana, mas também indica que os seguidores de Jesus devem descobrir a importância do cuidado. Este é, de fato, o apelo do texto evangélico: reconhecer a condição de fragilidade e de vulnerabilidade de todo ser humano e libertar do temor da proximidade sanadora do outro. A fragilidade somente se cura mediante a proximidade daquele que se dispõe a cuidar do debilitado. Cuida-se da própria vulnerabilidade quando se consente a proximidade do outro.

img-1777-04A figura do bom samaritano assume a condição de modelo para a ação evangelizadora da Igreja no campo da saúde e no campo da defesa das políticas públicas. Seguindo o exemplo da parábola,

na comunhão com Cristo morto e ressuscitado, a Igreja se transforma em lugar de acolhida, em que a vida é respeitada, defendida, amada e servida — lugar de esperança, em que todo peregrino, cansado ou enfermo, que busca sentido para o que está vivendo, pode viver de maneira saudável e salvífica seu sofrimento e sua morte à luz da ressurreição.

O horizonte humano e teológico do sofrimento

A experiência humana da dor e do sofrimento

O sofrimento é de difícil aceitação para a humanidade. Considerando nosso contexto cultural, marcado pelo hedonismo, a realidade do sofrimento gera desconforto, inquietação e até mesmo revolta, pois as pessoas são impulsionadas à busca de uma felicidade ligada à noção de prazer e à rejeição de esforços. Diante disso, surge uma grande dificuldade para a aceitação e vivência das situações de sofrimento, dado que essas ocorrências impõem limitações ao curso da vida, além de evidenciar a fragilidade do ser.

img-1777-05O sofrimento humano e o mal

A teologia cristã ilumina essa realidade proclamando que o Criador é bom, que tudo o que criou se reveste de bondade. Em consequência, a existência é essencialmente um bem. Se há sofrimento e males, a causa é a ausência de um bem, ou de bens, do qual a realidade ou o ser humano se encontram privados.

A privação é fruto das relações injustas estabelecidas pelo ser humano. Contudo, se constitui em um caminho para o encontro com o Deus misericordioso que espera ansioso pelo retorno do filho para devolver-lhe a dignidade e o sentido para a existência com seu amor acolhedor. A partir desse gesto, instaura-se um processo de diálogo edificante e iluminador para a realidade histórica e existencial do ser humano (Lc 15, 8–31).

O amor, fonte mais rica do sentido do sofrimento

A grande luz sobre a realidade misteriosa do sofrimento humano provém do amor divino, fonte mais rica de sentido para essa experiência. Cristo, a encarnação desse amor, nos introduz nesse mistério e nos conduz ao manancial mais profundo e definitivo de sentido. Para tanto, é necessária a abertura incondicional do ser humano à luz da Revelação, mediante o encontro com o Enviado de Deus, que, na cruz, responde às perguntas decisivas para a existência humana, especialmente sobre o mal e o sofrimento.

Cristo foi solidário com a dura realidade do sofrimento humano, pois o assumiu em livre obediência ao Pai. No exercício de sua missão, é evidente a presença do sofrimento no cansaço, nas hostilidades, na perseguição, nas tramas para a sua morte, na traição, na prisão, na condenação, na flagelação, na crucificação. Cristo vivenciou o sofrimento em intensidade tal que realizou em si a profecia de Isaías, no quarto Canto do Servo Sofredor, tornando-se

“o homem das dores… em quem o Senhor fez cair as culpas de todos nós (Is 53, 3–6)”. No entanto, o amor profundo O impulsionou a cumprir fielmente a obra do Pai.

A palavra da cruz

Cristo Jesus, que tem a mesma natureza do Pai, sofreu como homem. Aceita o sofrimento voluntariamente, como homem e homem inocente. O Seu sofrimento é o sofrimento do inocente. Nesse caso, ainda há o agravante de o homem sofredor ser o próprio Filho unigênito em pessoa: “Deus de Deus”. Então, Seu sofrimento se reveste de profundidade e intensidade incomparáveis, capaz de abarcar a extensão do mal contida no pecado da humanidade. O Filho unigênito se sujeita a um sofrimento dessa proporção ao tomar para si os pecados, para cancelá-los e vencer todos os males.

A participação humana nos sofrimentos de Cristo

O sofrimento redentor de Cristo leva o homem ao reencontro com seus próprios sofrimentos. Ao reencontrá-los mediante a fé, reencontra-os enriquecidos por um novo conteúdo e com um novo significado. Esse processo foi vivido por São Paulo, que assim o expressou:

Com Cristo, fui pregado na cruz. Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim. Minha vida atual na carne, eu a vivo na fé, crendo no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim (Ge 2, 19–20).

A Igreja, comunidade servidora no amor

O papa Bento XVI nos lembra, em sua primeira encíclica, que a Igreja, como comunidade, deve praticar o amor. Na compreensão do evangelista João, a mensagem de Cristo parece conter apenas um grande mandamento: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13, 34). É o amor, no Espírito, que constitui a comunidade eclesial e a impulsiona ao serviço, a acorrer aos sofridos e necessitados, mesmo quando coopera para que sejam supridas suas necessidades materiais. A caridade é um dever da Igreja e suscita várias iniciativas.

Os enfermos no seio da Igreja

“Quem permanece por muito tempo próximo das pessoas que sofrem conhece a angústia e as lágrimas, mas também o milagre da alegria, fruto do amor”. Com essas palavras, o papa Bento XVI descreve uma experiência edificante no sofrimento. Na Igreja, os doentes evangelizam e recordam que a esperança repousa em Deus. Desse modo, no contexto eclesial, os doentes e os sofredores não se resumem a destinatários de atenções e de cuidados. Exercem o protagonismo na evangelização com um testemunho profundo, o do sofrimento aceito e oferecido, o milagre do amor.

img-1777-06A unção dos enfermos, sacramento da cura

O sacramento da unção dos enfermos é compreendido no âmbito da missão salvífica da Igreja, ou seja, no contexto do ministério de cura que toda a Igreja exerce junto aos enfermos. A unção não é um sacramento pontual e isolado, que se celebra de forma quase mágica, numa UTI, a um moribundo totalmente inconsciente. Pelo contrário, é um sacramento eclesial que, além de comprometer toda a Igreja, é também o ápice de um processo em favor e a serviço dos irmãos enfermos de uma comunidade. Faz parte do ministério de cura que atualiza e significa a presença do Reino no hoje das pessoas.

Esse ministério supõe a experiência do amor gratuito de Deus; a consciência de que o rosto de Jesus Cristo se faz presente e visível no rosto dos pobres e dos que sofrem. Supõe também o zelo apostólico, nascido do amor que impele a partilhar com os irmãos o que se tem e o que se é. O ministério da cura exige ainda atitude de gratidão, que provoca um serviço de louvor e de culto ao Senhor.

Maria, saúde dos enfermos, a ação da Igreja na saúde

No Evangelho, a cura do corpo é sinal da purificação mais profunda, que é a remissão dos pecados (Mc 2, 1–12). “Neles, se manifesta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, ao transformá-los em portadores da boa-nova do Reino.” Contemplando as ações de Jesus, a Igreja alarga o conceito de doença: se Jesus cura alguma moléstia do corpo, o faz para conceder uma libertação ainda maior à pessoa curada. Ele a cura de seus pecados para que ela assuma seus valores e reproduza suas ações de amor fraterno e dedicação aos outros pelo cuidado e serviço.

O ser pleno de graça de Maria Santíssima (Lc 1, 28), nova arca na aliança, plena do Espírito de Deus e primeira e perfeita discípula do seu Filho, sempre demonstrou especial solicitude para com os sofredores. Essa afirmação é respaldada por inúmeras pessoas que constantemente acorrem aos santuários marianos para invocar a Mãe do Salvador e, em sua maternidade, recobrar a força e experimentar o consolo. No Santuário de Aparecida, Maria distribui inúmeros benefícios ao povo brasileiro, especialmente aos doentes. É importante também mencionar o Santuário de Lourdes, na França, lugar escolhido por Maria para manifestar sua solicitude maternal pelos enfermos.

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