Edição 73

Matérias Especiais

Sem estresse, professor! Acho que você está com burnout! O sofrimento dos professores

Rosangela Nieto de Albuquerque

A história da Educação brasileira registra o quanto é árdua a ocupação da docência, mas o professor procura prazer e realização em seu trabalho e, à medida que se envolve e luta por um ideal, percebe a desumanização da profissão. A prática docente no Brasil certamente favorece a evolução da síndrome de burnout, que se pauta na exaustão emocional, no estresse ocupacional e na desumanização do trabalho proposto em virtude da carga de atividades que são assumidas para o sustento pessoal. Essa desumanização reverbera diretamente no ensino e provoca um distanciamento na relação professor-aluno, o que muitas vezes constrói uma conduta hostil, cínica e irônica no trato pessoal. Essa carga emocional nas relações interpessoais e o excesso de trabalho desenvolvem o estresse ocupacional. Assim, o professor torna-se suscetível a desenvolver a síndrome de burnout, que é a sensação de perda de energia, baixa realização profissional, sentimento de fracasso e de esgotamento. A pessoa é consumida física e emocionalmente pelo próprio objeto de trabalho, muitos professores sofrem e chegam até a abandonar a profissão.

Por que os professores sofrem?

O trabalho, em nossa cultura, certamente perpassa o social e está intimamente ligado à identidade pessoal do trabalhador. Assim, ao longo da História, observou-se que o trabalho representa a sua história (a do Eu), o contexto de vida do indivíduo, e, portanto, a sua subjetividade. Nessa busca pela realização em sua ocupação, o indivíduo vai além da relação de identidade, procura a relação de prazer e realização e também a possibilidade de sustento pessoal e familiar. A docência, como prática profissional, também se apresenta como um processo identitário e social.

A Organização Internacional do Trabalho, no que tange à docência, definiu que devem haver condições mínimas de trabalho para os professores ao reconhecer o lugar que estes ocupam na sociedade, uma vez que são os responsáveis pelo preparo do cidadão para a vida (OIT, 1984); mas, na prática, há muito ainda a se desenvolver.

A ocupação docente, no imaginário popular, é vista mais como um sacerdócio, uma missão a ser desempenhada, do que verdadeiramente uma profissão. Dessa forma, as atividades laborais desenvolvidas muitas vezes são entendidas como se, em vez de salários, os docentes devessem receber uma contribuição aos serviços prestados. O discurso cultural constituído remete ao trabalho de doação que o professor “deve realizar”. Segundo Nacarato, Varani e Carvalho (1998, p. 74), “A expressão ‘dar aulas’ oculta o papel de profissional e fortalece a imagem de doação — logo, não remunerada — construída historicamente [...]”.

A história da Educação revela que a atividade docente, anteriormente, era até considerada nobre e o professor era reconhecido pelo saber e conhecimento. Entretanto, em virtude das políticas públicas, o prestígio do professor e, juntamente, os proventos da classe de profissionais foram decrescendo. Essas políticas refletem vários aspectos que contribuem para a decadência da Educação, pois reverberam tanto no educador quanto no educando.

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Com baixa remuneração e necessitando sobreviver, o professor busca lecionar em mais de um turno ou mais de uma escola, acarretando uma sobrecarga de trabalho. Tomado pela necessidade de preparar aulas, elaborar e corrigir provas, preparar projetos e atividades, necessita então de trabalhar durante as noites e os finais de semana; assim, sente-se ceifado do seu período de descanso e lazer. Suas vidas familiar, pessoal, social e profissional também ficam comprometidas.

Observa-se também que a escola e a sociedade cobram mais competências do educador, e, sem tempo para leitura ou para cursos de aprimoramento, ele se sente sufocado com tantas cobranças.

Os estudos e as discussões acerca do trabalho docente crescem a cada dia. Discute-se muito sobre a natureza desse trabalho, o papel do professor, as especificidades do trabalho na sociedade capitalista e, sobretudo, sobre a construção da identidade docente. Segundo Barcelos (2003), é necessário refletir sobre os caminhos da docência na história da Educação brasileira para, então, se construir uma identidade de trabalhador-profissional-professor.

No Brasil, a Educação passa por sérias transformações, e a hipermodernidade inserida em nossa vida vem delinear a necessidade que a escola tem de mudar o seu perfil quanto à estrutura e à organização. Essas transformações vivenciadas nas últimas décadas ocorrem na sociedade de modo geral e conduzem a escola a uma reflexão para se adaptar e dar um salto quanto às teorias pedagógicas. Na verdade, esse momento de hipermodernização colocou a escola no caminho da necessidade de elaborar mecanismos para transitar entre os modelos pedagógicos tradicionais e os chamados construtivistas.

Nesse contexto – em que o modelo tradicional caracterizado pela autonomia do professor no processo de ensino e organização escolar entra em conflito com o modelo caracterizado pela redução da autonomia do professor – o docente vive uma transição histórica ocupacional. Com a perda de autonomia, o professor sofre no que tange ao estabelecimento de normas hipermodernas e voltadas para um novo paradigma de trabalho do professor. Essas transformações, talvez paradoxais, proporcionam cada vez mais o sentimento de prestador de serviços no professor. Segundo Landini (2008), o professor, na atualidade, apresenta-se como um prestador de serviços educativos, construindo assim uma diminuição de chances de realização pessoal e uma insatisfação com o saber, com a produção de conhecimentos científicos e o desenvolvimento humano.

As dificuldades da docência também perpassam pelas condições físicas e pelos materiais pedagógicos, que em muitas escolas são precários ou até inexistentes (GASPARINI et al., 2005; NACARATO et al. 1998). Essas dificuldades envolvem o professor, que se vê “obrigado” a participar de rifas, organizar festas, tomar conta dos alunos no recreio, distribuir merenda e se responsabilizar pela entrada e saída dos alunos do colégio. Essas atividades não fazem parte da função da docência e vão desgastando as condições físicas e emocionais do professor. Certamente, o cotidiano escolar é bastante árduo, além das atividades burocráticas (preenchimento de relatório de atividades, planos de aula, cadernetas de frequência/notas, reuniões pedagógicas, etc.), que tomam um tempo considerável, a sensação é de não se auferir retorno (GASPARINI et al., 2005; NACARATO et al. 1998; WEBLER, 2008).

Segundo Barasuol (2005); Esteve Zaragoza (1999) e Gomes (2002), as condições de trabalho docente perpassam por uma realidade, vivenciada hoje nas escolas, que provoca transtorno ao professor, com salas de aula lotadas; violência dentro e fora dos muros da escola; alunos indisciplinados e/ou desinteressados; conflitos entre a necessidade dos alunos, dos pais e da escola; e ainda tentativa de inclusão (estudantes com necessidades especiais), que coloca os professores ansiosos, pois, sem formação suficiente, sofrem por desejar incluir efetivamente.

As questões sociais são também grandes impasses. Há pais que matriculam seus filhos na escola para tirá-los da rua, até para afastá-los das drogas, e também há os que colocam seus filhos objetivando o benefício do Bolsa Família. Vivencia-se, então, um espaço escolar sem sentido para essas crianças, com frustração na expectativa dos alunos e com conflitos em que o educador muitas vezes não tem preparo para atuar. Assim, o professor adoece com mais frequência, ocasionando um número significativo de afastamento do trabalho, o que certamente irá causar danos no ensino e na aprendizagem, evidentemente aos que se ocupam da prática docente (ESTEVE ZARAGOZA, 1999).

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Os problemas da Educação no Brasil são antigos e crônicos, buscam-se saídas, muitas vezes paliativas, e o principal protagonista da Educação não tem seu reconhecimento. Se não houver investimento no professor, proporcionando-lhe condições adequadas de trabalho, salário digno e resgate do seu prestígio junto à sociedade, não haverá transformação da situação vigente.

Sem estresse, professor!

Em sala de aula, na relação professor-aluno, é comum ouvirmos “Sem estresse, professor… Nossa! O professor está estressado…”. Este pode ser um discurso irônico, de rejeição, de clamor, mas pode ser a percepção do aluno quanto à exaustão física e emocional do docente. O estresse ocupacional na docência pode desencadear a síndrome de burnout, que é diagnosticada pela frequente exaustão emocional, sensação de perda de energia, de baixa realização profissional, de fracasso e de esgotamento. Na síndrome de burnout, a pessoa apresenta-se consumida física e emocionalmente pelo próprio objeto de trabalho — portanto, o termo burnout (do inglês burn, queima, e out, para fora, até o fim) designa uma doença desencadeada em profissionais de várias áreas, porém é mais comum em profissões com altas demandas emocionais e que exigem interações intensas, como a do professor. A síndrome de burnout é estudada desde a década de 1970, nos Estados Unidos, e as pesquisas continuam até hoje, tendo revelado o alto índice de afastamento ou desistência da docência.

Os alunos dizem: “Professor, você está estressado!”. É importante que gestores, docentes, comunidade escolar e comunidade social se empenhem para diminuir os entraves que o professor enfrenta. Apesar de termos avançado alguns passos, há muito o que fazer.

Acho que você está com burnout!

Analisando-se as relações sociais no interior da escola e a organização do trabalho docente, pode-se ver o quanto elas estão distantes dos novos padrões de sociabilidade humana — o modelo impregnado pelo período tradicional: alunos voltados para o quadro de giz, carteiras enfileiradas, currículo distanciado da realidade prática e da vida produtiva e professor “dando sua matéria”. A escola em sua estrutura organizacional de ensino apresenta-se como um lugar onde o processo de trabalho é privado de sentido, alienante tanto para os alunos quanto para os profissionais e, portanto, sem capacidade transformadora.

É importante enfatizar que o trabalho docente deve se realizar em bases mais flexíveis, com novas formas de organização; assim, oportunizará a autorrealização do docente. Essas novas formas de organização remetem a um novo caminhar de gestão educacional e exigem procedimentos mais autônomos e criativos, portanto a inexistência dessas mudanças tem provocado sofrimento para o professor.

Os alunos percebem a sobrecarga de tarefas e o demasiado envolvimento emocional com o trabalho, situação que proporciona uma pressão no indivíduo, que se sente no limite de suas possibilidades. Assim, o professor torna-se insensível, com comportamento rígido, intolerante, com tendência ao isolamento, irritável, e abre uma janela de oportunidade para a despersonalização. Malagris (2004) enfatiza que o modo entusiástico de trabalhar do professor muitas vezes é substituído por um modo depressivo, e, quando isso acontece, esse distanciamento emocional pode levar o profissional ao sentimento de culpa e à angústia, ocasionando a redução da realização profissional e pessoal. Esse emaranhado de sentimentos, emoções e comportamentos resulta da sensação de fracasso, de impotência para modificar essa realidade e de sofrimento, ocasionando faltas no trabalho. As pesquisas apontam o alto índice de absenteísmo nas escolas, e ele ocorre nas diferentes formas de evasão, desinteresse pelo trabalho, mudança de escola, acomodação, abandono do emprego e até da profissão. É importante que os gestores educacionais percebam como está a docência de sua escola. Como vão seus professores? Ele pode estar desenvolvendo a síndrome de burnout, que pode também ensejar o abandono profissional.

Gestores educacionais, cuidem de seus professores!

Alunos e professores vivem uma realidade educacional complexa, e a escola está longe de cumprir o seu papel social. Os professores indagam: “Então, o que fazer?”. Segundo Codo,

A dor de um professor é imensa, pois ele fica entre o que pode fazer e o que efetivamente consegue fazer, entre o céu de possibilidades e o inferno dos limites estruturais, entre a vitória e a frustração; é a síndrome de um trabalho que voltou a ser trabalho, mas que ainda não deixou de ser mercadoria (CODO, apud KUENZER, 2004, p. 115).

Na verdade, é preciso transformar o quadro existente no sentido da valorização e do reconhecimento do professor no que tange à dedicação ao magistério, oportunizar a prática docente criativa, incentivar a presença da afetividade na relação professor-aluno, desenvolver inovações pedagógicas, construir uma proposta de envolvimento dos alunos nas atividades, entre outras práticas utilizadas em sala de aula.

Esse caráter do trabalho docente reafirma o espaço da consciência e da subjetividade, portanto o poder do trabalhador docente está cada vez mais reduzido, contribuindo, dessa forma, para o desenvolvimento das patologias.

Reinhold (2002) observou diversas fases da síndrome de burnout:

Idealismo.

Realismo.

Estagnação e frustração, ou quase-burnout.

Apatia e burnout total.

Fenômeno fênix.

Na fase do idealismo, conhecida como o momento de grande entusiasmo e energia, parece que o trabalho preenche a vida do professor.

No segundo momento, a fase do realismo é constituída pelo período em que o professor percebe que suas aspirações e ideais não correspondem à realidade. Inicia-se então a elaboração do sentimento de frustração, e ele percebe que não é recompensado. Nesse período, ele intensifica seu trabalho e até busca realização, mas a desilusão acaba por colocar o professor numa indagação sobre sua competência.

Assim, a desilusão e o cansaço dão lugar à fadiga crônica, então aparecem a estagnação e frustração, é o quase-burnout. Nesse momento, aparecem os sintomas de irritabilidade, intolerância, fuga dos contatos, atrasos e faltas.

Posteriormente, constitui-se a apatia e o burnout total. Nessa fase, o professor já se encontra com a autoestima fragilizada, experimenta o desespero e pode chegar à depressão. Surge o desejo de abandonar o trabalho e há perda do sentido da sua ocupação e até da vida.

Finalmente, inicia-se a fase denominada fenômeno fênix, que significa renascer das cinzas, a qual, entretanto, nem sempre acontece; muitos abandonam o trabalho antes de se recuperarem. Outros se colocam na posição de ansiedade pela aposentadoria. Há também os que buscam mecanismos de enfretamento que podem ajudar a estabelecer ainda mais o burnout (MALAGRIS, 2004).

Considerações finais

Sabe-se que a Educação tem avançado a pequenos passos. As pesquisas, os estudos, as buscas incessantes por uma educação de qualidade e com oportunidade igualitária para todos é uma luta dos profissionais da Educação. O protagonista desse processo é sem dúvida o professor, que tem como objetivo realizar seu trabalho. Para tal, ele precisa ser valorizado e respeitado enquanto profissional formador de cidadãos.

A ausência de oportunidade poderá levar o professor à frustração, angústia, ansiedade e doença. Assim, a síndrome de burnout tem acometido muitos profissionais, em especial os professores. Essa perda de sentido do trabalho e o sentimento de impotência de torná-lo mais significativo têm levado muitos professores a abandonar a profissão. Essa síndrome é entendida como a perda de energia pelo trabalho e como um processo de alienação, de fuga e de sofrimento, causando um estranhamento em relação ao próprio trabalho e a si mesmo.

As pesquisas enfatizam que a síndrome de burnout tem origens diversas; elas permeiam as condições de trabalho sub-humanas, a falta de perspectivas profissionais dos professores, a acomodação gerada por um distanciamento das atividades escolares, a indiferença por tudo que ocorre no ambiente escolar, a inércia (causada pela falta de perspectiva), a falta de criatividade no ensino; e o não envolvimento com o trabalho e os problemas da escola vêm contribuindo decisivamente para o abandono da profissão.

A manifestação desse fenômeno evidencia a necessidade de um olhar mais amplo e crítico sobre os reflexos na instituição escolar, o trabalho docente precisa tomar outros rumos para uma escola de qualidade e uma aprendizagem efetiva. É necessário ultrapassar a síndrome da desistência, reestruturar a ação produtiva e implantar reformas no campo educativo, apesar do modelo econômico-político-social precário para os trabalhadores do nosso país. É preciso valorizar o professor para transformar a sociedade!

Rosangela Nieto de Albuquerque é professora universitária, pedagoga, psicopedagoga clínica e institucional, gestora em Educação, Mestra em Ciências da Linguagem, Doutora em Psicologia Social e pós-doutoranda em Educação.

Endereço eletrônico: rosangela.nieto@gmail.com.

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