Edição 54

Matérias Especiais

Ser professor, Ser educador

Moacir Gadotti

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“Educadores, onde estarão?”, pergunta Rubem Alves

E ele mesmo responde: “Em que covas terão se escondido? Professores, há aos milhares, mas professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão, é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança”. E continua:

“Com o advento da indústria, como poderia o artesão sobreviver? Foi transformado em operário de segunda classe até morrer de desgosto e saudade. O mesmo com os tropeiros, que dependiam das trilhas estreitas e das solidões, que morreram quando o asfalto e o automóvel chegaram. Destino igualmente triste teve o boticário, sem recursos para sobreviver num mundo de remédios prontos. Foi devorado no banquete antropofágico das multinacionais.”

Rubem Alves é um emérito escritor, psicanalista, educador respeitado, mas é, sobretudo, um semeador de sonhos e de ideias que dão a pensar. Foi assim que introduziu uma intrigante distinção entre ser professor e ser educador:

“Com o advento do utilitarismo, a pessoa passou a ser definida pela sua produção; a identidade é engolida pela função. E isso se tornou tão arraigado que, quando alguém nos pergunta o que somos, respondemos inevitavelmente dizendo o que fazemos. Com essa revolução, instaurou-se a possibilidade de se gerenciar a personalidade, pois aquilo que se faz e se produz — a função — é passível de medição, controle, racionalização.
A pessoa praticamente desaparece, reduzindo-se a um ponto imaginário em que várias funções são amarradas.
É isso que eu quero dizer ao afirmar que o nicho ecológico mudou. O educador, pelo menos o ideal que minha imaginação constrói, habita um mundo em que a interioridade faz uma diferença, em que as pessoas se definem por suas visões, suas paixões, suas esperanças e seus horizontes utópicos. O professor, ao contrário, é funcionário de um mundo dominado pelo Estado e pelas empresas. É uma entidade gerenciada, administrada
segundo a sua excelência funcional, excelência esta que é sempre julgada a partir dos interesses do sistema. Frequentemente, o educador é um mau funcionário, porque o ritmo do mundo do educador não segue o ritmo do mundo das instituições. Não é de se estranhar que Rousseau tenha se tornado obsoleto. Porque a educação que ele contempla ocorre colada ao imprevisível de uma experiência de vida ainda não gerenciada.”

E conclui mais à frente:

“Talvez um professor seja um funcionário das instituições…
O educador, ao contrário, é um fundador de mundos, mediador de esperanças, pastor de projetos. Não sei como preparar o educador. Talvez isso não seja nem necessário nem possível… É necessário acordá-lo.
E aí aprenderemos que educadores não se extinguiram como tropeiros e caixeiros.”

As reações às provocações de Rubem Alves não se fizeram esperar.
Suas teses geraram uma saudável polêmica. O professor Jefferson Ildefonso da Silva sustenta que existe um “falso dilema” entre educador e professor. Esse dilema “se dilui e
perde sua relevância ao se encarar a formação do educador para além do âmbito pedagógico ou individualista, para situá-lo na perspectiva de uma proposta e de uma teoria pedagógica que incorpore o caráter político da prática pedagógica e sua dependência da práxis social global, em que se dá a luta hegemônica das classes”.
Todo professor é, por função, educador. Para ele, o educador é um intelectual dirigente, orgânico. Numa sociedade dividida, ele não é neutro.

Numa perspectiva emancipadora, o educador é um intelectual orgânico das classes populares, a favor dos interesses das pessoas que necessitam de educação. Com ele, também concorda meu ex-aluno e amigo, a quem ensinei e, sobretudo, com quem muito aprendi e continuo aprendendo, o professor Celso dos Santos Vasconcellos, para o qual seria um contrassenso pensar que a classe dominante se disponha a oferecer um ensino popular de qualidade que desvende as relações de dominação existentes na sociedade:

“A escola para o povo só tem sentido numa nova forma de organizar a sociedade. Não é possível fazer uma escola para todos dentro de uma sociedade para alguns!
Ou seja, a democratização da escola precisa ser acompanhada de um novo projeto social.”

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Formar para e pela cidadania não pode limitar-se a uma formação genérica para uma sociedade que não existe.

Uma educação cidadã precisa ser uma educação de classe.
Vasconcellos insiste na questão do sentido da função docente.
Ele sustenta que os educadores não estão sabendo articular o “novo sentido” da sua profissão, sobretudo em função de seu desgaste profissional. Ele sustenta que o que vai dar sentido à sua profissão é justamente.

“A esperança de poder construir uma realidade diferente e de que a escola pode contribuir para a concretização desta sociedade mais humana. O mesmo movimento que recupera o sentido do trabalho do professor é o que dá sentido ao estudo para o aluno. Estamos no mesmo barco; daí a importância de ver no aluno — e na comunidade — um aliado (e não um inimigo, como tem acontecido amiúde).”

Vasconcellos insiste na necessidade de o professor “ganhar” o aluno para a indispensável mudança que deve ocorrer: “não se trata mais de estudar simplesmente para poder garantir o seu lugarzinho no bonde da História; trata-se, isto sim, de estudar a fim de ganhar competência e ajudar a mudar o rumo desse bonde, ou seja, ajudar a construir uma sociedade onde haja lugar para todos!”

“E cita, a seguir, um artigo da Folha de S.Paulo, segundo o qual “o Brasil logo terá dois tipos de pessoas: os que não comem, porque não têm o que comer, e os que não dormem, de medo dos que não comem”.

Diante desse quadro, o professor competente profissionalmente, o professor “que sabe”, não pode ficar indiferente.
Porque ser comprometido, engajar-se, ser ético faz parte da sua competência como professor. Como profissional do sentido, sua profissão está ligada ao amor e à esperança. Ela não se extinguirá enquanto houver espaço para a construção da humanidade.

A esperança, para o professor e para a professora, não é algo vazio, de quem “espera” acontecer. Ao contrário, a esperança, para o professor, encontra sentido na sua própria
profissão, a de transformar e construir pessoas e alimentar a esperança delas para que consigam, por sua vez, construir uma realidade diferente, “mais humana, menos feia,
menos malvada”, como costumava dizer Paulo Freire. Uma educação sem esperança não é educação. A educação, nesse sentido, confunde-se com o processo de humanização. Respondendo à questão “Como o professor pode tornar-se um intelectual na sociedade contemporânea?”, o geógrafo brasileiro Milton Santos, falecido no ano de 2001, respondeu:

“Quando consideramos a história possível, e não apenas a história existente, passamos a acreditar que outro mundo é viável. E não há intelectual que trabalhe sem ideia de futuro. Para ser digno do homem, qual seja, do homem visto como projeto, o trabalho intelectual e educacional tem que ser fundado no futuro. É dessa forma que os professores podem tornar-se intelectuais: olhando o futuro.”

Pensar a educação do futuro e o futuro da humanidade é pensar holisticamente, pensar a totalidade. E educar holisticamente é estimular o desenvolvimento integral do ser humano
em sua totalidade pessoal — intelectual, emocional, física —, relacionada com a totalidade do mundo da vida — os outros seres vivos, a comunidade, a sociedade — e a totalidade cósmica: a Terra, o Universo. Educar holisticamente é entender o ser humano como um ser que transcende, que ultrapassa todos os limites, “até o último horizonte”, como diz Leonardo Boff10. O professor precisa indagar-se constantemente sobre o sentido do que está fazendo. Se isso é fundamental para todo ser humano, como ser que busca sentido o tempo todo, para toda e qualquer profissão, para o professor é também um dever profissional. Faz parte de seus saberes profissionais continuar indagando, junto com seus colegas e alunos, sobre o sentido do que estão fazendo na escola. Ele está sempre em processo de construção de sentido, como diz Celso Vasconcellos11:

“O sentido não está pronto em algum lugar esperando ser descoberto. O sentido não advém de uma esfera transcendente nem da imanência do objeto ou ainda de um simples jogo lógico-formal. É uma construção do sujeito! Daí falarmos em produção. Quem vai produzir é o sujeito, só que não de forma isolada, mas num contexto histórico e coletivo [...].”

ser_prof2Ser professor, na acepção mais genuína, é ser capaz de fazer o outro aprender, desenvolver-se criticamente. Como a aprendizagem é um processo ativo, não vai se dar, portanto, se não houver articulação da proposta de trabalho com a existência do aluno; mas também do professor, pois se não estiver acreditando, se não estiver vendo sentido naquilo, como poderá provocar no aluno o desejo de conhecer? Celso Vasconcellos insiste, em seu livro, que o papel do professor é “educar através do ensino”12. Ele pode apenas ensinar tabuada, mas só educa através do ensino quando construir o sentido da tabuada junto com seu aprendiz, porque, como diz ele, ensinar vem do latim insignare, que significa “marcar com um sinal”, atuar na construção do significado do que fazemos. Tudo o que fazemos, precisamos fazer com sentido, tudo o que estudamos tem que ter sentido.

Os dois maiores educadores do século passado, John Dewey e Paulo Freire, cada um a seu modo, procuraram responder a essa questão e centraram suas análises na relação entre “educação e vida”, reagindo às pedagogias tecnicistas do seu tempo — tanto de esquerda quanto de direita —, que só se preocupavam com métodos e técnicas. “Gostaria de ser lembrado como alguém que amou a vida”, disse Paulo Freire duas semanas antes de falecer. A educação só tem sentido como vida. Ela é vida. A escola perdeu seu sentido de humanização quando ela virou mercadoria, quando deixou de ser o lugar onde a gente aprende a ser gente para tornar-se o lugar onde as crianças e os jovens vão para aprender a competir no mercado.

A educação, para ser transformadora, emancipadora, precisa estar centrada na vida, ao contrário da educação neoliberal, que está centrada na competitividade sem solidariedade.
Para ser emancipadora, a educação precisa considerar as pessoas, suas culturas, respeitar seus modos de vida, sua identidade. O ser humano é “incompleto e inacabado”, como diz Paulo Freire13, em formação permanente. Por isso, hoje, o professor precisa mostrar que o neoliberalismo, com sua política de mercantilização da educação, tornou a sua profissão descartável. É preciso mostrar também que uma educação de qualidade para todos é inviável e contrária ao projeto político neoliberal capitalista. É preciso fazer a análise crítica, social, econômica. Mas tudo isso não basta. É preciso que a rigorosa análise da situação não fique nela, mas aponte caminhos e nos indique como caminhar. Caso contrário, as análises sociológicas e políticas, por mais rigorosas e corretas que sejam, ajudam apenas a manter o imobilismo e a falta de perspectivas para o educador. Há que superar tanto o imobilismo quanto a prática do imediatismo tarefeiro e descomprometido com um projeto amplo de sociedade.

O poder do professor está tanto na sua capacidade de refletir criticamente sobre a realidade para transformá-la quanto na possibilidade de formar um grupo de companheiros e companheiras para lutar por uma causa comum. Paulo Freire insistia que a escola transformadora era a escola de companheirismo, por isso sua pedagogia é uma pedagogia do diálogo, das trocas, do encontro, das redes solidárias.
Companheiro vem do latim e significa aquele que partilha o pão. Trata-se, portanto, de uma postura radical e, ao mesmo tempo, crítica e solidária.

Às vezes, somos apenas críticos e perdemos o afeto dos outros por falta de companheirismo. Não haverá superação das condições atuais do magistério sem um profundo sentimento de companheirismo. Lutando sozinhos, chegaremos apenas à frustração, ao desânimo, à lamúria. Daí o sentido profundamente ético dessa profissão. No fundo, para enfrentar a barbárie neoliberal na educação, vale ainda a tese de Marx de que “o próprio educador deve ser educado”, educado para a construção histórica de um sentido novo de seu papel.

Escrevi este pequeno texto inspirado na Pedagogia da autonomia de Paulo Freire. Nesse seu último livro, ele trabalhou principalmente a ética e a estética do ser professor: o que
ele deve saber para ser professor, como ele deve ser para ser professor.

Paulo Freire sonhava com uma sociedade, um mundo onde todos coubessem. A educação pode dar um passo na direção desse outro mundo possível se ensinar às pessoas com um
novo paradigma do conhecimento, com uma visão do mundo em que todas as formas de conhecimento tenham lugar, se dotar os seres humanos de generosidade epistemológica, um pluralismo de ideias e uma concepção que se constitui na grande riqueza de saberes e conhecimento da humanidade.
Creio que existe ainda, na comunidade humana, uma imensa reserva de altruísmo e de solidariedade, um dique que o educador precisa conhecer e potencializar para romper
as barreiras do represamento. Educar é empoderar. Não é tanto ensinar quanto reencantar. Ou melhor, ensinar, nesse contexto, é reencantar, despertar a capacidade de sonhar, despertar a crença de que é possível mudar o mundo. Essa profissão, por isso, é insubstituível. Não podemos imaginar um futuro sem ela. Não podemos imaginar um futuro sem professores.

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Nisso, acredito nas palavras de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma, continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…” A esta altura, muitos leitores e leitoras estarão se perguntando se eu não estaria idealizando a figura do professor, ignorando totalmente a estrutura caótica imposta às redes e aos sistemas de ensino pelo Estado capitalista que acaba culpabilizando o próprio professor pelos fracassos da escola. O cenário não é otimista. Eu não poderia, de forma alguma, ignorá-lo. Ao contrário, precisamos reacender o sonho de ser professor com sentido, justamente para combater esse estado de coisas.

Precisamos reafirmar o sonho, justamente, como nos diz Paulo Freire, para fazer frente “à malvadez neoliberal, ao cinismo de sua ideologia fatalista e à sua recusa inflexível ao
sonho e à utopia”15. Sair do plano ideal para a prática não é abandonar o sonho para agir, mas agir em função dele, agir em função de um projeto de vida e de escola, de cidade, de mundo possível, de planeta… um projeto de esperança.

Moacir Gadotti possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira (1971), mestrado em Educação: História, Política, Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1973) e doutorado em Educação – Université de Geneve (1977). Atualmente é professor titular da Universidade de São Paulo e diretor-geral do Instituto Paulo Freire.

1
Rubem Alves, in Carlos R. Brandão (Org.), O educador: vida e morte
– escritos sobre uma espécie em perigo. São Paulo: Brasiliense,
1982, p. 16.
2
Idem, ibidem.
3
Idem, pp. 18-19.
4
Idem, p. 28.
5
Jefferson Ildefonso da Silva, Formação do educador e educação
política. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1991, p. 13.
6
Celso dos Santos Vasconcellos, Para onde vai o professor? Resgate
do professor como sujeito de transformação. São Paulo: Editora
Libertad, 1995, p. 49.
7
Idem, p. 52.
8
Idem, ibidem.
9
Milton Santos, O professor como intelectual na sociedade
contemporânea. In Anais do IX Encontro Nacional de Didática e
Prática de Ensino (Endipe), vol. III, São Paulo, 1999, p. 14.
10 Leonardo Boff, Tempo de transcendência: o ser humano como
um projeto infinito. São Paulo: Sextante, 2000.
11 Celso dos Santos Vasconcellos, Para onde vai o professor?
Resgate do professor como sujeito de transformação. São Paulo:
Libertad, 2001, pp. 51-52.
12 Idem, p. 55.
13 Paulo Freire, Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1979, p. 27.
14 Rubem Alves, em carta enviada a alguns amigos no final de 2001.
15 Paulo Freire, Pedagogia da autonomia: saberes necessários à
prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997, p. 15
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