Edição 105

Em discussão

TECNOLOGIAS AVANÇOS E DESAFIOS DO USO DAS TECNOLOGIAS DA EDUCAÇÃO EM ESCOLAS BRASILEIRAS

José Raimundo de Jesus

INTRODUÇÃO

O uso de tecnologias na educação brasileira tem se tornado frequente, apesar das disparidades e desigualdades de implantação, manutenção e permanência dessas tecnologias entre escolas de diferentes regiões do País. Frente a essa problemática, surgiu a produção deste texto, cujo intuito maior é discutir a dicotomia no que se refere ao uso das Tecnologias da Educação, pois, como sabemos, apesar de muitas iniciativas governamentais em suprir as necessidades de estudantes e professores com o usufruto de tecnologias, existe, ainda, uma lacuna muito grande a ser preenchida. Para Raul Cuore (2009), a informática é, sem dúvida, uma ferramenta de apoio extraordinária para o professor, dando meios para inserir nas suas aulas uma grande variedade de efeitos visuais e sonoros, chamados de “efeitos hipertextuais” [...] Essa ferramenta auxilia também no aprendizado dos alunos, pois, em se tratando de uma geração inserida no mundo tecnológico, sentem-se mais atraídos a aprender quando utilizam a tecnologia atrelada aos demais materiais pedagógicos. Segundo Gabriela Varella (2017), o uso da tecnologia e o acesso à Internet nas escolas avançam no Brasil.

A maioria das instituições já possui ao menos um computador, e 91% das escolas públicas afirmam ter uma rede sem fio. No entanto, ainda percebemos, em muitos casos, uma certa deficiência em relação a mídias voltadas ao aprimoramento e desenvolvimento da Educação, principalmente no que diz respeito a escolas públicas e fora dos grandes centros urbanos. O que discuto aqui é a diferenciação dada às escolas brasileiras no que se refere à implantação e ao uso de tecnologia, à manutenção dos aparelhos, à qualificação de pessoas para manuseá-los e à estruturação das escolas para receber de forma eficiente todo o suporte tecnológico.

I – O PAPEL DA ESCOLA FRENTE À EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI

A Educação vem, ao longo das décadas, passando por profundas e significativas modificações, tanto no campo teórico quanto nas práticas pedagógicas. Frente a essas mudanças, cabe-nos refletir sobre as reais alterações nas estruturas físicas, ambientais e materiais ocorridas nos estabelecimentos de ensino no Brasil1. É visível, infelizmente, que muitas escolas não têm se adequado suficientemente para acompanhar as constantes mudanças que vêm ocorrendo na nossa sociedade. Mudanças provenientes do processo de globalização, que consequentemente alavancou o avanço técnico-científico, fazendo com que seus reflexos influenciem a Educação de forma direta. Para José Maria Leite Botelho (1988, p. 11),

Proporcionar ao ser humano condições de preparação para a vida cotidiana requer, além da valorização das condições implícitas no indivíduo, condições materiais externas que possam permitir o patrocínio do crescimento das habilidades indispensáveis a uma boa formação [...]

Concordando com Botelho, percebemos o quanto a globalização tem influenciado no processo educativo não só no Brasil, mas em todo o mundo. No entanto, no que se refere à tecnologia em sala de aula, temos uma discrepância muito grande em se tratando de escolas públicas e periféricas brasileiras. O que percebemos, na maioria das vezes, são estabelecimentos de ensino com pouca ou nenhuma estrutura adequada para se desenvolver práticas pedagógicas que levem os educandos ao pleno aprendizado, considerando que é papel da escola preparar o ser humano para a vida nos mais variados aspectos: sociais, econômicos, políticos, culturais, etc.

Devemos esclarecer, porém, que tal situação não se estende a todas as escolas, nem mesmo às públicas, pois existem estabelecimentos muito bem estruturados para atender às necessidades do público-alvo (os estudantes), e que este adquire formação de qualidade utilizando as tecnologias. O que questiono aqui é a falta de um olhar igualitário por parte dos governantes para todas as escolas em todas as regiões do Brasil, apesar de sua dimensão continental e suas disparidades sociorregionais e geográficas. Porque, infelizmente, enquanto algumas instituições de ensino estão bem aparelhadas, no que tange à tecnologia como fonte de aprimoramento técnico-científico, cultural, político e humano, outras encontram-se em péssimas condições estruturais e materiais.

¹Quando falo em estrutura ambiental, refiro-me ao ambiente escolar.

II – TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

Com o desenvolvimento tecnológico e científico, principalmente a partir da Revolução Industrial, houve a necessidade de formação de indivíduos cada vez mais qualificados para o mercado de trabalho. Daí a ocorrência da inserção da tecnologia nos estabelecimentos de ensino. Trata-se de um recurso que visa um aprendizado mais promissor e significativo, além de tornar as aulas mais atrativas e descontraídas para os alunos. Ao fazer uso de computadores, smartphones, celulares, tablets, lousa digital, microscópio com tablet, laboratório virtual, mesa interativa, kit com rotação da Terra, jogo interativo, simulador de energia, plataforma da P3D, dentre outros, certamente haverá uma motivação maior no processo de ensino-aprendizagem, melhorando a qualidade da Educação, além de ajudar na diminuição da evasão escolar e a despertar o olhar curioso das crianças e dos adolescentes para o aprendizado através de pesquisas. Principalmente em se tratando de uma geração denominada Geração Tecnológica2, que já nasce cercada de aparelhos digitais e que cresce dominando as tecnologias.

Para Seegger et al. (2012), a agilidade com que todas as áreas do conhecimento vêm se desenvolvendo torna urgente a reflexão e a tomada de decisões sobre o espaço pedagógico e a utilização das novas tecnologias. Dessa forma, faz-se necessária uma distribuição igualitária para todas as escolas no que se refere à implantação de Tecnologias da Educação.

III – OS DESAFIOS DE MUITAS ESCOLAS BRASILEIRAS EM IMPLANTAR E EXECUTAR AS TECNOLOGIAS DA EDUCAÇÃO

Percebemos, então, frente à problemática referente ao processo educativo no Brasil, que se faz necessário rever as políticas públicas voltadas para a implantação de escolas no País. Não basta apenas erguer instituições de ensino cujas estruturas limitam-se, em sua maioria, a salas de aula com quadro, giz/piloto, apagador e livros didáticos. A Educação não se reduz a isso. É preciso reconhecermos que os tempos mudam e, consequentemente, as práticas pedagógicas, as necessidades dos educandos, as exigências do mundo, do mercado de trabalho, a cultura, etc. também sofrem modificações. Daí a necessidade de se criarem ambientes educacionais onde se possa formar e transformar pessoas capazes de agir de forma ativa e reflexiva no mundo em que vivem. E a tecnologia deve se fazer presente nesse processo. De acordo com Mariana Tokarnia (2016),

Apenas 4,5% das escolas públicas do País têm todos os itens de infraestrutura previstos em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), de acordo com levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação. As condições de infraestrutura são mais críticas no Ensino Fundamental, etapa que vai do 1º ao 9º ano: 4,8% das escolas possuem todos os itens. No Ensino Médio, a porcentagem sobe para 22,6%.

Como sabemos, existe um modelo de educação no Brasil voltado para a formação da elite, cuja didática visa preparar os educandos de forma crítica, reflexiva, excludente e dominadora para com as classes menos favorecidas. Ou seja, a relação patrão-empregado, dominado-dominador, ricos-pobres, opressor-oprimido tem que permanecer, pois está enraizada na cultura brasileira.

Para Castro (1991), a educação brasileira é complexa e, além das desigualdades regionais, a população lida ainda com as disparidades que existem entre o ensino público e o particular. Do lado oposto, temos uma educação direcionada para os pobres, a qual se limita apenas à formação básica, muitas vezes deficitária, sem levar os indivíduos envolvidos ao questionamento da própria realidade. Segundo Paulo Freire (1996, p. 69), “Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar [...]”. Assim sendo, como termos pessoas críticas se não há uma formação de qualidade? Se não se investe de forma suficiente e eficiente nas escolas periféricas, de zonas rurais, por exemplo, para que estas possam ter estruturas físicas e materiais que levem seus educandos ao pleno aprendizado? No entanto, não devemos nos limitar apenas ao fator “ensino dicotômico”, mas também aos aspectos regionais, geográficos, histórico-culturais e políticos.

No que se refere aos aspectos regionais e geográficos, sabemos que o Brasil possui um território muito grande e que isso acaba influenciando na implantação e distribuição igualitária das escolas, principalmente nas localidades rurais e de difícil acesso, o que acaba por refletir no aumento do analfabetismo, na evasão, na baixa qualidade do ensino, etc.

Em relação a aspectos histórico-culturais, devemos reconhecer que o processo de formação desses dois elementos se deu, no Brasil, com base nas desigualdades sociais, na discriminação e no preconceito raciais, na submissão, na opressão e, em especial, vergonhosamente, na escravização do índio e do negro pelos portugueses.

Quanto ao fator político, trata-se, simplesmente, de falta de interesse por parte de alguns governantes em investir na educação pública. Isto é, não há iniciativa em oferecer educação de qualidade em escolas que atendam às classes proletárias. Esses e outros fatores esclarecem algumas das dificuldades em se implantar e manter em funcionamento tecnologias da/na educação brasileira. Vale ressaltar, porém, que não basta apenas implantar aparelhos tecnológicos nas escolas, porque, em muitos casos, encontramos escolas com salas de informática repletas de computadores ou salas de aula com TV/vídeo sem que estes estejam em uso. A manutenção e a preservação são outros fatores importantes, que, infelizmente, não são prioridade em muitos estabelecimentos de ensino. É preciso que tanto a comunidade escolar quanto a comunidade externa mantenham em perfeitas condições os aparelhos tecnológicos para que todos possam usufruir deles no intuito de promover uma educação de melhor qualidade. Aos governantes, cabe o dever de criar políticas públicas capazes de atender eficazmente às necessidades da população brasileira em adquirir uma formação sólida e consistente, direcionando todos os cidadãos, independentemente de classe social, à autotransformação pessoal e social de forma crítica e reflexiva. Para isso, porém, faz-se necessário o uso de Tecnologias da Educação nas escolas, e estas devem ser implantadas de forma igualitária em todas as regiões possíveis.

²Fazem parte da Geração Tecnológica pessoas nascidas a partir dos anos 2000, as quais também são denominadas Geração Z, Globalists, Nativos Digitais, Millenials, etc.

IV – AÇÕES GOVERNAMENTAIS E TECNOLOGIAS DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS BRASILEIRAS: CENÁRIO ATUAL

Educação em pleno século XXI sem o auxílio da tecnologia não é condizente com a realidade dos educandos e dos educadores, apesar de muitos últimos insistirem em permanecer com práticas pedagógicas ultrapassadas e que já não atendem às necessidades nem dos cidadãos nem do mercado de trabalho no mundo globalizado. De acordo com Sousa, Carvalho e Marques (2012, p. 3-4),

[...] os professores necessitam de formação para interagir com uma geração mais atualizada e mais informada, pois a sociedade tem avançado dia após dia em suas vastas áreas/dimensões, e, com o advento da tecnologia, não poderia ser diferente.

Daí a necessidade de reconhecermos que educação e tecnologia estão intimamente ligadas e são indissociáveis. Dessa forma, é preciso uma ação conjunta entre escolas, comunidades e governos para que as tecnologias sejam implantadas com o intuito de promover uma educação voltada a atender às necessidades dos cidadãos da atualidade. Mas, com relação às ações do Governo, como se encontra o cenário atual no que diz respeito à implantação de tecnologias em sala de aula? Uma das maiores novidades nos últimos tempos foi o lançamento, pelo Governo Federal, do projeto Inovação e Tecnologia Impulsionando a Educação Pública Brasileira, cujo objetivo é implantar Internet em estabelecimentos públicos de educação. A meta é beneficiar, de início, cerca de 12 milhões de estudantes do total de 22,4 mil escolas das zonas rurais e urbanas do território brasileiro. Pretende-se investir, até o final de 2018, R$ 271 milhões. Além desse investimento, serão disponibilizados R$ 15,5 milhões para a formação de articuladores locais, produção de conteúdos, construção de plataformas para a disponibilização de cursos online e R$ 255,5 milhões para a aquisição de um satélite que transmita o sinal de Internet a regiões longínquas e para a melhoria da infraestrutura das escolas.

Temos também outros programas governamentais no que se refere à tecnologia educacional, como o Programa Casa Brasil, que busca criar espaços multifuncionais de conhecimento e cidadania em comunidades que tenham o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) baixo. Em cada uma das unidades do Casa Brasil, haverá um telecentro onde o software é de uso livre. O programa ainda prevê a instalação de biblioteca popular, auditório, oficina de produção de rádio, estúdio de multimídia, laboratório de popularização da ciência ou oficina de manutenção de equipamentos de informática, além de um espaço para se desenvolver em atividades comunitárias.

O programa Centros de Inclusão Digital é uma outra iniciativa do Governo Federal com o intuito de dar às populações de baixa renda acesso às tecnologias de informação, melhorando o ensino e desenvolvendo a capacitação profissional. Criou-se também o Programa Nacional de Informática na Educação(ProInfo), cujo principal objetivo é introduzir as Tecnologias de Informação e Comunicação em escolas da rede pública (estadual e municipal), articulando, assim, as atividades desenvolvidas nas jurisdições envolvidas.

Não direcionados à educação formal (institucionalizada), temos o programa Computador para Todos, que permite ao varejo e à indústria a aquisição de computadores e o acesso à Internet a baixos custos, além de uma linha de financiamento; e o Programa Estação Digital, uma parceria da Fundação Banco do Brasil com apoio de outras organizações, que visa incluir o computador no cotidiano de donas de casa, estudantes, trabalhadores e populações tradicionais e corporativas3. O intuito desse programa é melhorar a qualidade de vida das pessoas envolvidas.

Devemos destacar ainda a implantação, pelo Ministério da Educação, da TV Escola, a qual vem atuando na capacitação, na atualização e no aperfeiçoamento de educadores da rede pública de ensino desde o ano de 1996, através de exibições diárias de séries e documentários estrangeiros e nacionais. Dessa forma, busca-se valorizar profissionais da Educação (professores e gestores).

Todas as iniciativas governamentais e não governamentais de implantar tecnologias, tanto em escolas quanto em outros espaços, para uso de comunidades menos favorecidas são louváveis. No entanto, fica ressalvado que não basta apenas implantar tecnologias, mas deve-se também prover a manutenção e o aperfeiçoamento, adequar as estruturas físicas dos espaços onde serão introduzidas essas tecnologias, capacitar pessoas para dar suporte aos usuários e tornar possível a relação dessas pessoas com a realidade na qual estão inseridas, através da aplicação prática do que fora aprendido e apreendido no dia a dia, buscando a melhoria sociocomunitária e o desenvolvimento regional.

³De acordo com o Decreto n° 6.040/2007, Povos e Comunidades Tradicionais são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição.

V – O QUE ESPERAR DA EDUCAÇÃO DESENVOLVIDA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS TENDO COMO SUPORTE O USO DAS TECNOLOGIAS?

O uso de Tecnologias da Educação tem se tornado cada vez mais frequente, no entanto sabemos que é uma tarefa difícil e complexa levar tecnologia a todas as escolas brasileiras, pois vivemos em um país gigantesco e de múltiplas diferenciações socioculturais, econômicas, políticas, regionais e geográficas, e que para alcançar tal objetivo será preciso rompermos muitas barreiras e desconstruirmos discursos e práticas discriminatórias e preconceituosas culturalmente transmitidas e perpetuadas que diferenciam as populações das diferentes regiões brasileiras.

O que esperamos é que todas as escolas, em especial as públicas, sejam bem estruturadas e aparelhadas material e tecnologicamente para atender às reais necessidades das pessoas envolvidas no processo de ensino-aprendizagem. É preciso haver igualdade de direitos. Só com pessoas bem formadas e conhecedoras da própria realidade, além de habilitadas para usar os mais variados meios tecnológicos em benefício do crescimento pessoal, profissional e comunitário, é que teremos um Brasil e um mundo mais justo e igualitário para todos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Sistema Educacional no Brasil sempre teve seus problemas, principalmente no que diz respeito à implantação e manutenção das escolas públicas nas mais variadas regiões do País. É inegável que, dependendo da localização, há olhares diferenciados com relação à destinação de verbas para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino. E, apesar dos esforços do Governo Federal em criar e implantar, nas últimas décadas, programas ligados à Tecnologia da Educação, visando à melhoria do ensino-aprendizagem e à inserção dos estudantes no mundo globalizado, percebemos que muito ainda precisa ser feito quando o tema é igualdade de acesso ao uso de tecnologias nas escolas brasileiras, assim como sua disseminação por todas as regiões. São necessárias a ampliação e melhorias dos programas atuais.

Torna-se urgente a adequação dos estabelecimentos de ensino para receberem as Tecnologias da Educação visando democratizar o processo de aprendizagem a todos os cidadãos. Para isso, entretanto, é indispensável que os governantes revejam determinadas posturas no que diz respeito à educação formal no Brasil, tais como o destino e a aplicação de verbas, a construção e manutenção de escolas, a qualificação de profissionais para manusear aparelhos tecnológicos dentro dos estabelecimentos de ensino, dentre outras ações, na busca de um ensino democrático e igualitário para todos os brasileiros.

Referências

BOTELHO, José Maria Leite. O Processo de Globalização e suas Implicações na Educação. REVISTA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E MEIO AMBIENTE- Set. n° 13, vol. II, 1998.

BRASIL. Decreto n° 6.040, de 07 de fevereiro de 2007. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 07 de fevereiro de 2007.

CASTRO, Maria Helena Guimarães de. Contrastes Educacionais no Brasil. Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/contrastes-educacionais-no-brasil.htm>. Acesso em: 23 mar. 2018.

CUORE, Raul Enrique. A Implantação das Tecnologia da Informação no Ambiente Escolar. Disponível em: https://www.webartigos.com/artigos/a-implantacao-das-tecnologias-da-informacao-no-ambiente-escolar/21173. Acesso em: 02 abr. 2018.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GARCIA, Gustavo. Governo Lança Programa para Levar Internet a Escolas Públicas. Disponível em: . Acesso em: 23 mar. 2018.

O Governo Federal executa e apoia ações de inclusão digital por meio de diversos programas e órgãos. Disponível em: . Acesso em: 24 mar. 2018.

MONTEIRO, Luciano; CRUZ, Priscila. Não há futuro sem equidade. In: Anuário Brasileiro da Educação Básica 2017. Disponível em: . Acesso em: 20 mar. 2017.

SEEGGER, Vania; CANES, Suzy Elisabeth; GARCIA, Carlos Alberto Xavier. Estratégias Tecnológicas na Prática Pedagógica. Disponível em: . Acesso em: 08 mar. 2018.

SOUSA, Deborah Lauriane da Silva; CARVALHO, Débora Costa; MARQUES, Eliana de Sousa Alencar. O Uso de Recursos Tecnológicos em Sala de Aula: Relato Envolvendo Experiências do Pibid do Curso de Pedagogia da UFPI. Campina Grande: Realize, 2012. Disponível em: < http://www.editorarealize.com.br/revistas/fiped/trabalhos/54229abfcfa5649e7003b83dd4755294.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2018.

TOKARNIA, Mariana. Apenas 4,5% das escolas têm infraestrutura completa prevista em lei, diz estudo. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 2018.

VARELLA, Gabriela. Há laboratórios de informática em 81% das escolas públicas, mas somente 59% são usados. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2018.

José Raimundo de Jesus é especialista em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, História e Cultura Afro-brasileira pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (Faveni). Graduado em Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Língua Inglesa pela União Metropolitana de Educação e Cultura (Unime). Atua como professor na rede particular de ensino da cidade de Salvador – Bahia. E-mail: professorraimundo.jesus@hotmail.com

cubos