Edição 148

Mulheres Educadoras

O que gostaríamos de dizer aos professores…(com a ajuda do Pequeno Príncipe)

Andreia Maria

Quando lembro do Pequeno Príncipe, penso imediatamente na escola. Ele me faz lembrar que o essencial quase nunca aparece em números, mas se constrói no cuidado diário, na intenção pedagógica e na responsabilidade de quem ensina.

Vejo muito da docência nessa ideia de cativar. Um professor toca sem perceber, mas nada do que fica é acaso. Há estudo, planejamento, escolhas conscientes e profissionalismo por trás de cada aula que realmente transforma.

O livro também me lembra que educação não pode ser reduzida a métricas e comparações. Números ajudam, mas não dão conta da dimensão humana do aprender. Escola não é fábrica. É gente, e gente exige olhar pedagógico, critério e sensibilidade.

É por isso que acredito tanto no Pequeno Príncipe. Ele conversa com a escola e abre reflexões profundas em sala de aula.

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