Edição 148

Professor Construir

A ecologia do saber: o professor-jardineiro cultivando a saúde mental

Rosangela Nieto de Albuquerque

Ame mais a sua rotina!
A saúde mental do professor!

Jorm Sangsorn – stock.adobe.com

A saúde mental do professor tem se configurado como um dos temas centrais no campo da Educação e da Psicologia, especialmente diante do aumento dos índices de adoecimento psíquico relacionados ao trabalho docente. É importante refletir acerca da relação do professor com sua rotina profissional como elemento estruturante da saúde mental, compreendendo o cotidiano escolar não apenas como espaço de desgaste, mas também como possibilidade de sentido, pertencimento e construção de bem-estar.

A metáfora da ecologia e do jardineiro nos remete à rotina do professor como um “tecido vivo”, que pode tanto sufocar quanto sustentar, a depender das condições institucionais, subjetivas e relacionais. De natureza teórico-reflexiva, o tema nos convida a transitar pelos fundamentos e pelas contribuições da Psicologia da Educação, Psicologia do Trabalho, Psicanálise, Neurociência e estudos contemporâneos sobre bem-estar docente. Assim, precisamos entender que amar a própria rotina não significa romantizar a precarização do trabalho, mas desenvolver estratégias individuais e coletivas de ressignificação do cotidiano, promoção do autocuidado e fortalecimento da identidade docente.

[…] amar a própria rotina não significa romantizar a precarização do trabalho […]

Ensinar é um ato profundamente humano, atravessado por afetos, expectativas, frustrações e sentidos. No entanto, nas últimas décadas, o exercício da docência tem sido marcado por intensas transformações sociais, tecnológicas e institucionais que impactam diretamente a saúde mental dos professores. A ampliação das demandas burocráticas, a pressão por resultados, a desvalorização social da profissão e a precarização das condições de trabalho têm contribuído para o aumento de quadros de estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de burnout entre docentes (Codo, 2006; Dejours, 2012).

Nesse cenário, a rotina docente costuma ser percebida como um espaço de repetição exaustiva e perda de sentido. Contudo, é necessária uma mudança de olhar: e se a rotina, em vez de exaustiva, entrelaçada por horários, relações, práticas pedagógicas e emoções, pudesse se tornar aliada da saúde mental?

A partir da metáfora da rotina como “um tecido vivo”, num ecossistema, e o professor-jardineiro que precisa cuidar de si, observa-se a necessidade de construir uma relação mais saudável com o cotidiano profissional. É preciso ressignificar a rotina docente para a promoção da saúde mental, sem desconsiderar os determinantes institucionais e sociais que atravessam o trabalho educativo.

O professor como ecossistema

Na educação, a metáfora do jardineiro ganha uma camada complexa: o professor não cuida de um jardim estático, mas de uma unidade de conservação da inteligência. Se o solo (a rotina) está compactado e sem nutrientes (descanso e sentido), a semente (o aluno) não encontra resistência para germinar. “Amar a rotina” sob o viés educacional significa entender que o bem-estar do educador é um conteúdo curricular implícito.

Do cansaço ao cultivo: a ressignificação da rotina e a saúde mental do docente

A saúde mental pode ser compreendida como um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de lidar com as tensões da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para sua comunidade (OMS, 2014). No contexto docente, esse conceito precisa ser ampliado para incluir as especificidades do trabalho educativo, que envolve intensa carga emocional e relacional.

Pesquisas nacionais e internacionais indicam que professores apresentam níveis elevados de sofrimento psíquico, especialmente relacionados ao estresse ocupacional e à síndrome de burnout (Maslach; Leiter, 2016). No Brasil, estudos de Codo (2006) e Benevides-Pereira (2010) apontam que a docência é uma das profissões mais vulneráveis ao adoecimento mental, em função da sobrecarga de trabalho e da falta de reconhecimento simbólico.

Do ponto de vista da Psicodinâmica do Trabalho, Dejours (2012) destaca que o sofrimento emerge quando há um descompasso entre o que o sujeito investe subjetivamente no trabalho e o reconhecimento que recebe. Assim, a rotina docente, quando marcada pela invisibilidade e pela pressão constante, pode transformar-se em fonte de adoecimento.

A rotina pode ser comparada a um tecido que envolve o professor diariamente. Quando rígido e malcuidado, esse tecido aperta, sufoca e limita os movimentos. Quando flexível e significativo, sustenta, protege e aquece. Essa metáfora permite compreender que a rotina não é neutra: ela é construída social e subjetivamente.

Na Psicologia Histórico-Cultural, Vygotsky (2007) enfatiza que o desenvolvimento humano ocorre nas interações cotidianas mediadas pela cultura. Assim, a rotina escolar é um espaço privilegiado de mediação, tanto para os alunos quanto para os professores. O problema não reside na repetição em si, mas na ausência de sentido atribuída às práticas diárias.

Do ponto de vista psicanalítico, a rotina pode funcionar como um organizador psíquico, oferecendo previsibilidade e segurança (Winnicott, 1975). Entretanto, quando excessivamente controlada e desprovida de espaços de criatividade, pode gerar sofrimento e alienação.

O cenário atual e a síndrome de burnout

A saúde mental docente enfrenta uma crise global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o magistério é uma das profissões com maior incidência de transtornos mentais comuns (TMC).

• Fatores de risco: Classes superlotadas, baixos salários e a “invasão” do trabalho no espaço doméstico via tecnologias digitais.
• A despersonalização: O professor deixa de ver sentido no que faz, tornando-se um autômato da própria agenda.

Metáfora do jardineiro de si mesmo

Nenhum jardineiro salva um jardim se a água estiver contaminada ou o clima for hostil. A saúde mental docente é um ativo institucional. Escolas com “salas de descompressão” e horários de coordenação que permitem a troca de angústias entre pares apresentam índices 40% menores de absenteísmo.

Para que um jardim floresça, o jardineiro não pode gastar toda a sua água nas plantas e esquecer-se de hidratar a si próprio.

A rotina não deve ser a cerca que aprisiona, mas o cronograma de irrigação que sustenta a vida. Assim como na natureza, a carreira docente possui ciclos — as estações. Ignorar a necessidade do “inverno” (o repouso) leva à erosão do sistema nervoso. A Psicologia Educacional moderna defende que a autorregulação emocional é a ferramenta principal para o manejo dessas estações.

A metáfora do professor como um “jardineiro” é antiga, mas muitas vezes negligenciada em sua face mais crítica: quem cuida do solo onde o jardineiro semeia? No cenário educacional atual, a rotina docente é frequentemente descrita como um ciclo de demandas burocráticas, desafios emocionais e sobrecarga de trabalho, e “amar a rotina” não é um exercício de romantização da precariedade, mas, sim, um ato de resistência psicológica e reestruturação cognitiva.

A neurociência, o estresse e o cotidiano do professor

Jorm Sangsorn – stock.adobe.com

A Neurociência tem contribuído significativamente para a compreensão dos impactos do estresse crônico na saúde mental. Situações prolongadas de pressão ativam o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, elevando os níveis de cortisol, o que afeta funções cognitivas como memória, atenção e tomada de decisão (McEwen, 2017). No contexto escolar, professores submetidos a rotinas altamente estressoras tendem a apresentar maior irritabilidade, fadiga emocional e dificuldades de regulação emocional. Por outro lado, ambientes que favorecem previsibilidade saudável, pausas, apoio social e autonomia contribuem para a neuroplasticidade positiva e para o bem-estar (Damásio, 2018).

Amar a própria rotina, sob essa perspectiva, significa criar microestratégias diárias que favoreçam estados emocionais mais regulados, como momentos de pausa consciente, organização do tempo e valorização de pequenas conquistas pedagógicas.

A neurociência explica por que a rotina, quando mal gerida, torna-se aversiva, isto é, estamos falando do Circuito de Recompensa e Dopamina. Quando o professor foca apenas no resultado final (aprovação no Enem, final do bimestre), a rotina torna-se um “deserto” sem significado, apenas para cumprir o fluxo. Neste contexto, o acúmulo de estresse e de uma rotina sem sentido vai se constituindo e dando espaço ao “estresse crônico”, que libera cortisol e prejudica o córtex pré-frontal — área responsável pelo planejamento e pela paciência. Para mudar esse quadro, o cérebro, com a neuroplasticidade positiva, modifica as redes neurais se o professor mudar pequenos hábitos na rotina escolar, executar algo agradável, como, por exemplo: 5 minutos de meditação antes da primeira aula; assim, as redes neurais se reconfiguram fazendo com que o cérebro passe a associar a escola com prazer, e não apenas com alerta.

Os estudos da neuropsicologia sugerem que o professor precisa ter foco no processo. O Amor à Rotina é também um processo químico, isto é, ao celebrar pequenas evoluções de um aluno desafiador, o cérebro libera dopamina de forma constante, mantendo o tônus motivacional elevado, evitando o colapso por exaustão.

Certamente, a amígdala e o córtex pré-frontal promovem o equilíbrio da autoridade. Quando um professor com nível alto de estresse opera sob o comando da amígdala (reação de luta ou fuga), isso gera uma gestão de sala autoritária e desgastante. Nesse caso, é importante a Prática da Presença: exercícios de mindfulness adaptados ao contexto escolar ajudam o professor a “descer” do estado de alerta, permitindo que o córtex pré-frontal gerencie conflitos com racionalidade, economizando energia psíquica preciosa.

A Transposição Didática do Autocuidado acontece quando, muitas vezes, o professor ensina resiliência, mas pratica a exaustão. Observa-se, então, a necessidade do “Currículo Oculto” da Saúde — é quando um professor entra em sala equilibrado, quando ele modela a autorregulação para os alunos. No que tange à rotina como metodologia, perpassa pela organização o tempo pedagógico, e deve-se prever o “respiro criativo”, tanto para o mestre quanto para o aprendiz.

A Psicologia da Educação propõe que o autocuidado seja integrado à identidade profissional.

Identidade docente, sentido do trabalho e saúde mental

A identidade docente é construída ao longo do tempo, nas experiências cotidianas de ensinar e aprender. Segundo Nóvoa (2019), ser professor não se resume ao domínio de conteúdos, mas envolve um processo contínuo de construção de sentido sobre o próprio fazer.

Quando a rotina se torna apenas um cumprimento mecânico de tarefas, ocorre um esvaziamento do sentido do trabalho, impactando negativamente a saúde mental. Em contrapartida, quando o professor reconhece sua rotina como espaço de autoria, ainda que limitada por condições estruturais, fortalece-se o sentimento de pertencimento e competência.

A Psicologia Positiva aplicada à educação aponta que emoções positivas no trabalho docente estão associadas a maior engajamento, resiliência e satisfação profissional (Seligman, 2011). Nesse sentido, amar a rotina implica reconhecer o valor simbólico do cotidiano escolar.

Estratégias de cuidado de si no cotidiano docente

O cuidado de si não deve ser entendido como responsabilidade exclusivamente individual, mas como prática ética e política (Foucault, 2006). No entanto, algumas estratégias podem ser desenvolvidas no cotidiano docente, tais como:

• Organização do tempo com limites claros entre trabalho e vida pessoal.
• Criação de rituais positivos no início e no fim do dia escolar.
• Investimento em redes de apoio entre colegas.
• Práticas de autorreflexão sobre a própria rotina.
• Formação continuada com foco no bem-estar docente.

Os micro-hábitos e a Teoria do Fluxo (Flow) são também estratégias que contribuem para transformar a rotina em espaço de cuidado, e não apenas de exaustão. Mihaly Csikszentmihalyi (1999) define Flow como o estado de absorção total em uma atividade. Esse estado é como uma experiência de autotranscendência, quando a pessoa fica tão imersa em uma atividade que o resto do mundo parece desaparecer.

Para Csikszentmihalyi (1999), o Flow é o estado mental em que o corpo e a mente são levados ao limite em um esforço voluntário para realizar algo difícil e valioso. Para que uma atividade deixe de ser exaustiva e se torne um espaço de cuidado e engajamento, ela precisa equilibrar dois fatores principais: desafio x habilidade. O desafio da tarefa deve estar em harmonia com as competências da pessoa. Se o desafio é alto e a habilidade é baixa: gera ansiedade. Se o desafio é baixo e a habilidade é alta: gera tédio. Flow: ocorre quando ambos são altos e equivalentes.

Para o professor, encontrar momentos de “fluxo” em sala de aula — onde o desafio encontra a habilidade — é o antídoto para o tédio rotineiro. Há também a técnica de Estabelecimento de Fronteiras Simbólicas, chamada de criação de “rituais de transição”. Exemplo: Mudar de roupa ao chegar em casa para sinalizar ao cérebro que o “jardim do trabalho” ficou para trás.

A felicidade não é algo que acontece. Ela não é o resultado de boa sorte ou do acaso.
É algo que deve ser preparado, cultivado e defendido por cada um de nós.
Mihaly Csikszentmihalyi

O papel das instituições na promoção da saúde mental

Não é possível discutir a saúde mental do professor sem considerar o papel das instituições educativas. Políticas institucionais que valorizem o trabalho docente, promovam escuta ativa e ofereçam condições dignas de trabalho são fundamentais para a construção de rotinas mais saudáveis.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2021), ambientes escolares psicologicamente seguros reduzem, significativamente, os índices de adoecimento mental. Assim, amar a rotina também depende de contextos institucionais que reconheçam o professor como sujeito, e não apenas como executor. Não podemos individualizar a responsabilidade. A saúde mental do professor depende de um ecossistema escolar saudável. Escolas que promovem a escuta ativa e o suporte entre pares reduzem drasticamente os níveis de cortisol de suas equipes.

Jorm Sangsorn – stock.adobe.com

O ciclo de cultivo: do planejamento à colheita

Para que a rotina seja amada, ela precisa ser sustentável. No viés educacional, dividimos isso em três fases: o preparo do solo (planejamento consciente), a irrigação (interação em sala de aula) e a poda necessária (o desligamento digital).

O preparo do solo (planejamento consciente)

O planejamento não pode ser uma lista de tarefas impossíveis. O planejamento é um mapa de navegação emocional. Intercalar atividades de alta energia (debates) com momentos de baixa energia (leitura silenciosa) protege o sistema vocal e nervoso do professor.

A irrigação (interação em sala de aula)

A sala de aula é o local de maior gasto energético. “Amar a rotina” aqui significa praticar a escuta ativa. Ao ouvir o aluno, o professor diminui a ansiedade de controle, transformando a aula em um processo de coconstrução menos desgastante.

A poda necessária (o desligamento digital)

Na educação contemporânea, o professor virou um “tutor 24h”. A poda é essencial: delimitar horários para grupos de WhatsApp e correções de provas. Sem poda, o jardineiro (professor) cresce de forma desordenada.

A técnica dos “canteiros de respiro”

No design instrucional da aula, o professor deve aplicar a técnica de intercalação de estímulos. Após 40 minutos de exposição densa (alto gasto de dopamina e atenção sustentada), o professor deve instituir 5 minutos de atividade autônoma ou lúdica. Assim, há redução da carga cognitiva do docente e prevenção da estafa vocal.

O ritual de “limpeza das ferramentas”

Ao final da jornada, o cérebro docente continua processando conflitos de sala de aula (Efeito Zeigarnik). O Efeito Zeigarnik é a tendência do cérebro de lembrar melhor de tarefas inacabadas ou interrompidas do que daquelas já concluídas. Esse fenômeno cria uma “tensão cognitiva” ou um “loop aberto” que mantém a tarefa ativa na memória de trabalho até que ela seja finalizada. Lado negativo (Exaustão), lado positivo (Flow e Produtividade). O desconforto mental de deixar a tarefa incompleta gera o impulso necessário para continuar e eventualmente entrar em Estado de Fluxo.

Tabela: Comparativo entre Rotina Tóxica x Rotina Saudável

Dimensão Rotina como fardo (sobrevivência) Rotina como cultivo (saúde mental)
Planejamento Focado apenas em prazos externos. Inclui janelas de ócio e autocuidado.
Relação com o erro Punitiva e geradora de ansiedade. Vista como parte do processo de aprendizagem.
Tecnologia Disponibilidade 24/7 para alunos/gestão. Uso delimitado e intencional.
Propósito Apenas cumprir a grade curricular. Conexão com o impacto humano da docência.

 

Considerações finais

Educar é um ato de esperança, mas não pode ser um ato de martírio. Ao aplicar a Ecologia do Saber, o professor entende que amar sua rotina é preservar a ferramenta mais valiosa do processo educativo: sua própria humanidade. Quando o jardineiro está bem, o jardim não apenas cresce; ele se torna um refúgio de conhecimento e paz. “Amar a rotina” significa, em última análise, encontrar dignidade e prazer nos pequenos gestos do cotidiano. É entender que a eficácia pedagógica é diretamente proporcional à estabilidade emocional do mestre. Ao cuidar do seu próprio solo, o professor não apenas sobrevive; ele prospera e ensina seus alunos a fazerem o mesmo.

Amar a rotina não é aceitar passivamente as dificuldades, mas, sim, adotar uma postura de curadoria sobre o próprio tempo e energia. A metáfora nos ensina que o florescimento não é um evento isolado, mas o resultado de cuidados invisíveis e constantes. O professor que cuida de sua ecologia interna não apenas evita a doença; ele resgata o prazer estético e intelectual de ensinar.

REFERÊNCIAS

BENEVIDES-PEREIRA, A. M. T. Burnout: quando o trabalho ameaça o bem-estar do trabalhador. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

CODO, W. (Org.). Educação: carinho e trabalho. Petrópolis: Vozes, 2006.

CSIKSZENTMIHALYI, M. A descoberta do fluxo: a psicologia do envolvimento com a vida cotidiana. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

DAMÁSIO, A. A estranha ordem das coisas. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

DEJOURS, C. A loucura do trabalho. São Paulo: Cortez, 2012.

FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

MASLACH, C.; LEITER, M. Burnout. New York: Psychology Press, 2016.

MCEWEN, B. S. The end of stress as we know it. Washington: Joseph Henry, 2017.

NÓVOA, A. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2019.

OMS. Promoting mental health. Geneva: World Health Organization, 2014.

OIT/OMS BRIEF DE POLÍTICA. Mental Health at Work. 2021.

SELIGMAN, M. E. P. Florescer: uma nova compreensão teórica da felicidade e do bem-estar. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.

A AUTORA

Rosangela Nieto de Albuquerque é ph.D. em Educação (Universidad Nacional Tres de Febrero); pós-doutoranda em Psicologia; Doutora em Psicologia Social (Universidad John Kennedy); Mestre em Ciências da Linguagem; psicanalista clínica; Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Neuropsicopedagogia, Neuropsicologia Clínica, Grafologia e Neuroescrita, Língua Latina e Filologia Românica, Programação Neurolinguística (PNL), Mitologia Criativa e Contos de Fadas na abordagem Junguiana, Análise do Comportamento Aplicada (ABA), Linguística Aplicada, Psicanálise Infantil, Análise e Interpretação do Desenho Infantil; pedagoga; licenciada em Letras (Português/Espanhol); professora universitária de cursos de graduação e pós-graduação; autora da implantação de uma clínica-escola de psicopedagogia clínica como projeto social; autora e organizadora de 14 livros nas áreas da Linguística, Educação e Psicologia.

E-mail: rosangela.nieto@gmail.com.

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