Edição 150
Profissionalismo
Escola Empreendedora: Formando alunos para transformar o mundo
Nildo Lage
Transformar-se em um empreendedor constitui o anseio de todos aqueles que adentraram à escola convencidos de que a educação é o percurso que conduz ao sucesso. Com a transformação do planeta pelas ferramentas tecnológicas, esse sonho deixou de ser um objetivo individual para se transformar numa exigência de um mundo onde conflitos e indícios de guerras comerciais desestabilizam nações, demandando uma educação que ultrapasse o ensino de cálculos e ortografia.
A concorrência é tanta que não basta ter estrutura técnica, é necessário conhecimento para superar os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, em que as oportunidades são agarradas pelos que têm competências para exercer múltiplas funções.
Uma educação econômica? Não! A Escola Empreendedora prepara para a vida, permitindo que não tenham que recorrer a caminhos alternativos para enfrentar desafios e atividades extraprofissionais para sobreviver.
Diante da realidade que posicionou a escola à beira de um colapso, surgem questionamentos que demandam retornos imediatos: como a escola lida com essa situação? Homeschooling é a alternativa? Podemos reestruturar vidas oriundas do seio de famílias devastadas pela violência e conectá-las às inovações, para que se transformem em profissionais aptos a desfazer os nós críticos de uma sociedade estremecida pelo desequilíbrio, incentivando, assim, a proatividade no ambiente escolar?
É essencial respeitar, apreciar e resguardar um profissional que torna a educação possível: o professor! Os números não decompõem realidades, pois a educação é um processo que não pode ser interrompido. Não se trata de ações aleatórias. Os algoritmos do sistema operam de forma assimétrica para cumprir protocolos, nos quais se estabelecem calendários, aplicam-se conteúdos e impulsiona-se o aluno para o próximo ciclo.
Se não dermos valor a quem fomenta a educação, o primeiro passo não será realizado. Para se desenvolver como pessoa, o aluno necessita de estímulo e apoio; e o educador necessita de apoio e reconhecimento para se tornar um profissional dedicado à educação para a vida. Isso porque a responsabilidade de liderar uma sala de aula em um país que oferece o mínimo para auxiliar o trabalho do professor coloca em risco o processo de aprendizado.

Arslan Haider – stock.adobe.com
A regra é aprender para crescer, mas quem se dedica ao crescimento profissional do educador? A própria audácia do professor em mostrar proatividade é limitada pela viseira estabelecida pelo sistema, que almeja somente números, e não o desenvolvimento humano por meio de uma aprendizagem formalizada nas ambições do aluno.
A inteligência artificial veio para transformar tudo, e, quando ela criar algoritmos capazes de permitir que as máquinas reflitam sobre ações e reações e, ao mesmo tempo, ajustem a aplicação de conteúdos ao desenvolvimento humano, o professor, que está cada vez mais desmotivado, não precisará se preocupar com isso, pois avatares desempenharão o seu papel.
“Para se desenvolver como pessoa, o aluno necessita de estímulo e apoio; e o educador necessita de apoio e reconhecimento para se tornar um profissional dedicado à educação para a vida.”
O sistema já entende que a fuga em massa de professores é um sinal do desgaste da profissão, e isso constitui um perigo para a estabilidade da instituição de ensino, que luta para manter suas atividades funcionando devido à deficiência de profissionais qualificados. E não se trata de um impedimento à existência de profissionais capacitados. Não se deseja ser professor para se proteger da violência, do desrespeito em um ambiente prejudicial à saúde e, frequentemente, submetido a excessos de trabalho, para atender às regras de uma gestão educacional em crise. Muitos ainda se mantêm no posto por batalhar pela própria existência!
É urgente uma intervenção para resgatar a educação do fundo do poço. Essa circunstância não se trata de uma crise temporária, é o auge de um caos que devasta a capacidade da escola de cumprir o seu papel na educação humana, pois a escassez de professores reduz a capacidade legal e, consequentemente, a competência operacional.
Quais são os efeitos? Fulminantes! A iniciar pelos aspectos pedagógicos, uma vez que os quatro pilares serão afetados pela dificuldade de cumprir o calendário escolar. Sob as mesmas turbulências, a diminuição de recursos financeiros fará com que os alunos estejam sem um professor designado, levando a falhas administrativas, uma vez que os sobreviventes — especialistas e gestores — terão que assumir as salas de aula para conservar o aluno na escola.
“[…] a Escola Empreendedora é uma demanda que, se
não for atendida, eliminará uma geração que não se
inspira na própria educação familiar que recebe.”
Qual é o propósito de uma Escola Empreendedora se, em virtude de prevalecerem os objetivos do sistema, o estudante perseguirá suas próprias metas?
A emergência é: algo precisa ser feito, já que o futuro se encontra no banco escolar e a inovação precisa ser implementada para que, ao menos, surja uma parceria capaz de impulsionar a proatividade. O impedimento é a falta de tecnologias na sala de aula? Claro que não! Contudo, nossas instituições de ensino se converteram em campos de batalha, com alunos tentando massacrar os professores e os professores atuando na retaguarda, em razão da inexistência de suporte e da ausência de uma administração educacional eficaz.
O que fazer? A desordem exige postura austera e ações justas, pois a Escola Empreendedora é uma demanda que, se não for atendida, eliminará uma geração que não se inspira na própria educação familiar que recebe. Isso ocorre porque a sala de aula por si só não transforma, pois a inovação é o instrumento do aluno que aprende que o “professor rede social” instrui. O desempenho é tão elevado que o professor é servido com requinte: água aquecida e enriquecida com fragmentos de vidro, como o ocorrido em São José dos Campos, onde estudantes do 8º ano adicionaram vidro ao copo de água da professora.
Conseguirá saciar a sede de um profissional que enfrenta o deserto da sala de aula? Não! A fonte secará! E esses são os resultados dos conflitos familiares e das influências das mídias! As bases da família estão ruindo? É claro! Contudo, é fundamental que o sistema se mobilize em prol da própria estrutura nacional, porque o submundo do tráfico está transformando o País numa fábrica de marginais!
A Escola Empreendedora prepara para o futuro. E o que temos? Números! Os que focam saem alimentados por sonhos, por almejarem ingressar no mercado de trabalho, pelo menos com habilidades para solucionar problemas concretos, com o objetivo de amenizar o impacto social que está lançando os nossos jovens no submundo de uma sociedade onde a sobrevivência impõe comportamentos e atividades ilegais.
Deve-se desviar a atenção do painel que apresenta números e focar em um eu que suplica por uma chance. É imprescindível evitar uma educação que não modifica a realidade de um país, pois suas unidades são incapazes de promover um ensino que satisfaça aspirações individuais, funcionando como uma força centrífuga que esmaga projetos de vida, por não proporcionar uma aprendizagem que promova o crescimento humano.
Sem sonhos, não há projetos, e, sem essa esperança, o desenvolvimento de habilidades pessoais se torna uma ilusão. Conteúdo sem utilidade pode ser adquirido por meio de um simples toque na tela. Para o pensamento crítico promover uma ação coerente, é essencial um objetivo claro para que a mentalidade de crescimento estimule o desenvolvimento pessoal impulsionado pelo pensamento crítico.
O principal obstáculo é a falta de ação, resultante do aprisionamento em uma escola incapaz de administrar seus próprios recursos devido à limitação de perspectiva de futuro. Esse obstáculo impede a instituição educacional de compreender que o aluno é um cliente que necessita de assistência, orientação e suporte nas adversidades, a fim de aumentar a expectativa de ser uma promessa por meio de um aprendizado que promova acertos em meio aos erros do desenvolvimento individual.
Apenas dessa maneira ele conseguirá se autodirigir pelos labirintos de uma sociedade que se desintegra progressivamente, impulsionada pelo avanço das ferramentas digitais. É indispensável ampliar a perspectiva educacional, com o propósito de implementar metodologias e ferramentas eficazes. A educação individualizada é essencial para o aprimoramento do empreendedorismo nas instituições educacionais, dado que a perspectiva atual de negócios contempla a satisfação das expectativas e dos anseios particulares. Assim sendo, é imprescindível desmantelar o modelo padronizado, a fim de que, efetivamente, a aprendizagem e o desenvolvimento humano possam ocorrer, de modo que os triunfadores não sejam meramente exceções.
Quando agir?
Não dispomos de tempo hábil para retornar em busca de caminhos alternativos. A necessidade de uma educação voltada para o empreendedorismo é tão premente que ressoa nas salas de aula como o grito de uma geração desorientada, incapaz de converter o espaço escolar em um local propício à metamorfose humana. Por quê? O sistema apresenta deficiências na administração dos recursos, inviabilizando a compreensão das ações necessárias, obstando o desenvolvimento das estruturas que demandam fortalecimento.
O progresso é tão gradual que não é notado, por ser mostrado nas planilhas que refletem a perspectiva do sistema, e não a realidade dos que se encontram na carteira da escola. O equívoco é de uma magnitude tal que se transforma em caminhos cruzados, desvalorizando o esforço do educador. A realidade evidencia que um ponto de vista inativo não modifica realidades, é como atirar vidas que se projetam no mundo para um buraco negro.
Há obstáculos à vista? Sim, sem dúvida! Entretanto, antes de integrar o estudante ao universo das dificuldades, é fundamental capacitá-lo para atingir metas ambiciosas, sendo esta uma atribuição da instituição escolar empreendedora. Não é inovação. Trata-se de um processo que altera realidades ao modificar conceitos que atraem soluções para criar oportunidades em meio à desordem.

Nafa Project – stock.adobe.com
Os desafios
É necessário que o sistema reconheça que a Escola Empreendedora exige uma série de ações que principiam com a introdução de inovação no campo educacional, para tornar o processo de ensino mais atraente e uma gestão eficiente, oferecendo soluções justas em um ambiente que inclua métodos que beneficiem não só o estudante, mas também a comunidade escolar, visando competir no mercado de trabalho.
É um desafio reorganizar um setor que está em confusão devido aos terremotos frequentes, que, em algumas circunstâncias, são provocados por questões familiares. Mas iniciar uma mudança para esquivar-se da rotina é fomentar uma educação que atraia talentos e crie oportunidades para uma geração que chega desprovida de tudo, inclusive de valores familiares e restrições.
Uma vez que a desordem inviabiliza a definição de limites e obrigações, torna-se imprescindível o ponto de partida da instituição, aproveitando os elementos já consolidados. Contudo, isso não impede que o ambiente seja reestruturado com normas que imponham respeito e equidade. É viável inovar mediante atividades que auxiliem no desenvolvimento do aluno.
O avanço será gradual? Será! No entanto, ao alocar recursos humanos para reestruturar o time da instituição educacional, o processo será agilizado. Cada pessoa envolvida atua como um catalisador de mudança, expandindo a visão do intraempreendedorismo. Porque a autonomia enfatiza o protagonismo dos alunos, servindo como guia para alcançar os objetivos propostos, que não se limitam a capacitar o aluno para os obstáculos de um ambiente de trabalho. É necessário capacitá-lo para enfrentar esse contexto marcado por conflitos culturais e políticos e por instabilidades econômicas.
Para contornar a barreira que estagnou a educação e fomentar a humanização do processo, é fundamental concentrar-se naqueles que são aprisionados pelos labirintos de um ambiente educacional que não revela quem possui talento. Essa situação ocorre porque o educador perdeu o encanto e a autoridade e, por necessitar de auxílio para restabelecer uma dinâmica encantadora no ambiente escolar, deixa de promover um espaço que viabilize a expressão do potencial dos alunos. O problema está ligado a um sistema que não valoriza nem reconhece a importância de um profissional que, tão desorientado quanto o aluno, dissemina conteúdo e requer respostas imediatas.
A atmosfera tensa na instituição de ensino é o reflexo do desajuste familiar e social, que ocasiona instabilidades? Com certeza! Todavia, a negligência de gestores em relação à saúde, ao valor do trabalho e, por consequência, à falta de resiliência impede o apoio ao professor, que não consegue enfrentar a pressão do sistema, a violência dos alunos e a desconsideração dos pais. Foco? Tão somente no cumprimento do calendário.
“Debater o empreendedorismo em sala de aula
é estimular o pensamento crítico, fundamental
para alcançar o objetivo do empreendedorismo:
a autonomia.”
Por quê? Não há propósitos definidos! É desse ponto que o ideal da Escola Empreendedora precisa ser reformulado para entender que os erros não devem ser um obstáculo. Se não progredirmos rumo à inovação, permaneceremos em nossa zona de conforto. A educação deve fomentar a competição, estimulando o amor pela arte de ensinar, com a finalidade de satisfazer os desejos de auxiliar o aluno a mudar sua realidade por meio da educação.
Se nos encontramos nessa situação hoje, reflita sobre como estaremos em relação à geração Beta, que pousará na sala de aula como um ser híbrido. Experimente uma viagem de cinco anos ao futuro — 2030 no máximo —, sistema, e imagine o seu aluno chegando à escola em seu próprio veículo autônomo, exigindo como tutor um avatar, já que o professor humano não tem domínio sobre seu idioma nem competências para ensiná-lo. Ele se aproximará proclamando seus desejos, pois seu olhar já está voltado para suas metas pessoais, cujo objetivo é um futuro livre de dependências.
Em virtude de sua imersão no processo de alfabetização midiática, seu anseio por investigar vai além do espaço virtual, uma vez que demonstrará habilidades cognitivas extraordinárias, pois não se atrai por relíquias e opta por explorar o único universo que lhe é familiar: o digital.
De volta à realidade para encararmos a geração que está na carteira da escola hoje
Por mais que a evolução tecnológica arremeta no futuro, o tradicional professor sempre será a ferramenta insubstituível para a organização da base do processo ensino-aprendizagem! De maneira simultânea, é fundamental valorizar e proporcionar condições de trabalho adequadas, uma vez que a transformação da escola em um espaço empreendedor, apto a preparar indivíduos para transformar o mundo, depende de um educador habilidoso, que se configura como o alicerce desse processo. A disseminação de informações não gera conhecimento capaz de estimular aspirações pessoais, é primordial um processo que fomente o desenvolvimento humano, e só o humano professor atinge esse alvo.
Debater o empreendedorismo em sala de aula é estimular o pensamento crítico, fundamental para alcançar o objetivo do empreendedorismo: a autonomia. Para atingir esse propósito, é imprescindível o crescimento completo do aluno, capacitando-o para enfrentar os desafios de uma sociedade que se torna cada vez mais competitiva.
É indiscutível que a colocação do professor é decisiva, já que a mediação do conhecimento estabelece uma direção definida, estrutura técnica, maturidade e consciência de como direcionar o aluno para atingir suas metas individuais e mais: o papel do professor não se restringe a incentivar conteúdos ricos ou atividades fora da sala de aula, engloba também a incorporação de valores que apoiam o crescimento humano, para transformar realidades mediante ações que não somente introduzam o aluno no mundo dos desafios, mas o guiem para entrar no mundo acadêmico e científico. E ele precisa estar ciente de que, a partir daquele instante, as suas competências impulsionarão seu avanço, pois alcançará sua evolução pelos próprios méritos.
Essa estrutura impulsiona professor e aluno a um progresso inimaginável, em virtude de estarem inseridos em uma instituição de ensino empreendedora, cujo propósito é fomentar o crescimento completo do aluno: ajustando deficiências, superando barreiras e desenvolvendo sua inteligência para que aspire ir além de suas limitações. O amadurecimento emocional impulsiona o progresso social por meio das habilidades adquiridas, fortalecendo a empatia. Isso promove o respeito, que se torna o alicerce para a demonstração de competências socioemocionais, fundamentais para a construção da identidade cidadã.
Se a escola não se tornar um ambiente atraente para favorecer o crescimento do espírito empreendedor, não teremos alunos preparados para mudar o mundo. A educação deve causar impactos diretos no aprendizado. Isso é importante para mudar a situação que preocupa as pessoas que comandam.
“Este é o conceito da escola de negócios: uma organização que vai além de ensinar a fazer contas para contabilizar perdas, proporcionando oportunidades de desenvolvimento por meio de conhecimentos adquiridos para a vida.”
A mudança social deve vir por meio da educação. Isso só vai acontecer quando o aluno entender seu lugar na sociedade. Ele deve saber como pode fazer a diferença no mundo com boas ações. Mesmo tendo em mente que essa mudança não aparece rápido, essas ações vão, primeiro, mudar o que está perto dele. Isso acontece porque o aprendizado altera comportamentos e muda como ele vê o mundo.
Embora a infraestrutura física e os recursos tecnológicos sejam relevantes, a prática de ensino é fundamental. Este é o ponto em que um professor bem remunerado e qualificado se dedica. A valorização, juntamente com as condições laborais, eleva o prazer em lecionar. Essa postura motivada pelo prazer estimula o aluno, fortalecendo a conexão entre o saber e o crescimento humano.
Isso incentiva o desenvolvimento coletivo, pois, ao desfrutar do que se faz, a autoestima se fortalece, a criatividade se manifesta e a vontade de expressar-se para a vida surge, convertendo obstáculos em desafios vencidos por meio do recurso mais eficiente da educação: a competência.
A concepção empreendedora é como uma luz no meio da escuridão. Uma geração sem um rumo definido necessita de orientação. Essa formação capacita para lidar com os obstáculos que irá encontrar na vida. Porque a educação empreendedora transcende a esfera escolar, por não se restringir a abordar startups ou grandes empresas, mas a educar desde a infância para refletir, procurar soluções para problemas diários por meio de ações lógicas e, consequentemente, gerir situações de crise, criando suas próprias oportunidades de êxito.
Este é o conceito da escola de negócios: uma organização que vai além de ensinar a fazer contas para contabilizar perdas, proporcionando oportunidades de desenvolvimento por meio de conhecimentos adquiridos para a vida. Os resultados são reflexo de um aprendizado que expande as perspectivas, sendo utilizado no cotidiano como base para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Destinos favoráveis? Não! Indivíduos oriundos de uma instituição que, ao priorizar os potenciais, aliou inovação à ambição pessoal, explorando suas inventividades e vencendo barreiras para encontrar resoluções para questões que demandavam ações coerentes. Isso é o resultado da ênfase do autoconhecimento, em que a Escola Empreendedora aplicou técnicas apropriadas para realçar as competências, orientando-as para atingir a realização pessoal.
Refere-se a uma ilusão na confusão? Não! Se houver interesse em implementar mudanças que tornem o ambiente educacional mais atrativo, onde a comunicação funcione como um elo para estimular a interação entre professor e aluno, a valorização pessoal se converte em motivação para incentivar o anseio de evolução. Porque a cooperação fomenta a mentalidade de que é preciso refletir, pensar de forma crítica e, se preciso, formar uma aliança comercial. Porque a detecção e avaliação de situações são desdobramentos do processo, que contribui para a identificação de problemas e riscos e a capacidade de agir de forma independente para encontrar a solução adequada.
Porque a educação empreendedora não restringe o aluno, incentiva o raciocínio crítico, aprimora a capacidade de comunicação e prepara para a vida, fomentando a resiliência, por agir como um impulsionador, projetando o aluno para uma vida de oportunidades. Pois as ações individuais o preparam para trabalhar em equipe, mas também para atuar individualmente, contribuindo para a construção de suas bases profissionais. A mentalidade de empreendedorismo do aluno adquiriu forma e consistência por ser desenvolvida em um ambiente que o preparou para enfrentar desafios com maturidade, encarando cada desafio como uma oportunidade para crescer.
