Edição 149
Profissionalismo
PEI: Quando ensinar é olhar para cada aluno como único.
Nildo Lage

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Quem atua na área educacional tem ciência de que direcionar a atenção para o individual, a fim de acatar os anseios pessoais do aluno, eleva as perspectivas e potencializa as possibilidades de êxito, e o sistema é conhecedor dessa realidade. Por que adiar, se a trajetória de cada indivíduo rumo às suas conquistas é definida pela atuação educativa?
Sair do lugar comum é o primeiro passo; planejamento, o segundo, e este requer uma equipe técnica qualificada para gerir um corpo docente que precisa estar atento aos sinais do aluno, esquadrinhando aspectos que agenciem o seu desenvolvimento pessoal.
Esta etapa é a mais desafiadora do plano, porque é preciso atender ao grito asfixiado: qual é a formação do professor? O retorno interrompe a jornada: tão somente as habilidades adquiridas no período acadêmico; e o PEI se fundamenta na formação e também em suporte e assistência. A deficiência de capacitação, apoio e recursos, assim como medidas e iniciativas, faz com que o espaço escolar continue insuficiente para satisfazer um público ávido por inovação.
Por onde começar?
Executando uma avaliação e reorganizando a aplicação de conteúdo, removendo os atalhos alternativos que não acatam as metas do aluno. A segunda etapa implica na seleção do tema principal: foco no individual, sem interromper a formação contínua dos professores. O apoio institucional e a sequência de ações não deve ser descontinuada, pois o processo não permite interrupções.
Não se trata de um procedimento, mas de um preceito para que se atinja o principal propósito do plano: a eficácia. Portanto, a visão sistêmica não pode falhar, já que é o instrumento que detecta obstáculos e se concentra no conjunto de ações que envolve a turma, para não prejudicar aqueles que necessitam de subsídios para acompanharem o ritmo do grupo.
É difícil! No entanto, a capacitação do professor contribui para a realização das tarefas que envolvem o processo, enquanto o apoio técnico deve atuar na retaguarda, oferecendo condições para a realização de atividades simultâneas, ajustadas às demandas particulares de cada aluno. Deve-se retirar o professor de cena? Não! O plano não dissocia o educador da função de líder na sala de aula, mas o aluno deve ser contemplado e, sobretudo, envolvido nas deliberações que lhe dizem respeito e que estão relacionadas aos seus planos individuais. É inviável pensar e ser sem autonomia. Só que a realidade compromete a própria Base Nacional Comum Curricular (BNCC), cujos princípios são o desenvolvimento do pensamento crítico e a capacidade de tomar decisões fundamentadas.
Qual é o espaço que está vazio? O do respeito e da empatia, essenciais para abordar a diversidade no ambiente educativo, sem limitar essa prática a momentos específicos. A evolução humana é um processo intrincado que engloba ações cotidianas para limitar as distâncias, implicando o respeito às diferenças, às emoções e aos conflitos sociais, culturais e familiares. Isso exige um planejamento voltado para os objetivos individuais e desenvolvido de acordo com as habilidades pessoais.
Caso o individual não seja discutido, qual é a importância de uma aula para o aluno? Nenhuma! O PEI destaca claramente a contrariedade, isto é, que cada aula deve ser orientada para a intenção do estudante, que não busca somente se conectar com as tecnologias, mas busca conteúdo ligado à sua realidade. Porque, até então, é a educação sugerida pela BNCC: uma educação de caráter humanista.
Se a instituição não adotar essa estratégia, o plano, que contém táticas para revolucionar a didática, vai se tornar somente mais um projeto inacabado, e o aluno continuará inserido em um processo em que deveria ser o protagonista, porém é tratado como antagonista.
Porque o PEI não é um planejamento, ele define a singularidade ao estabelecer um procedimento que conecta o professor ao seu aluno. Portanto, é imprescindível a capacitação para enfrentar uma realidade em que cada aluno é um desafio, cujas dificuldades ou habilidades precisam ser abordadas para o progresso humano sobreviver.
Neste percurso, as provocações suscitam alternativas, estabelecendo que sistema, professor e equipe técnica abandonem a zona de conforto, enfrentem os entraves culturais e estruturais que apoiam o modelo convencional de ensino. E não há como camuflar; a crise é real, pois, em plena era digital, há instituições que precisam de estruturas técnico-pedagógicas para receber os alunos, enquanto outras, em casos ainda mais graves, não possuem sequer uma infraestrutura física apropriada.
O professor precisa de apoio institucional? De tão admirável, muitos não sabem o que é, simplesmente porque nunca tiveram a oportunidade de experimentar! Ao ingressarem na sala de aula, transpassam a barreira cultural e, sem a influência dos supervisores, tornam-se receptores das normas que se estabelecem para lidar com as circunstâncias cotidianas, preservando a tradição na transmissão de conhecimentos e informações.
É resistência do professor? Em hipótese alguma! A atribuição de inadequação em práticas inclusivas recai sobre o gestor? Não! Ninguém recebeu a formação adequada para se tornar um guia que estabelece o trajeto que cada aluno deve percorrer para alcançar o objetivo de suas realizações pessoais! Pois, assim como a tempestade de planos anteriores, o PEI desabou de paraquedas no planeta Escola.

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Se a responsabilidade não é atribuída a ninguém, por que o PEI se o PDI não avançou? Não é suficiente possuir respaldo legal se o progresso de alunos com desordens do desenvolvimento e deficiências, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) e, até mesmo, altas habilidades, permanece restrito a um ambiente educacional tenso, dada a ausência de um planejamento individualizado; pois todos permanecem sob a égide de um modelo pedagógico universal.
E não adianta perguntar onde se encontram a família competente, o educador eficiente e a equipe multiprofissional. Porque família competente é a que envolve, participa e soma na formação da cria; educador eficiente é o preparado para atender às ambições do aluno; e, para isso, é imprescindível capacitação, para reavaliar as estratégias de ensino para que objetivos sejam atingidos, uma vez que as abordagens pedagógicas permanecem inalteradas em relação ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), cujas adulterações curriculares não foram efetivadas em curto, médio e longo prazos.
“ A meta representa a única forma de garantir a eficácia do novo Plano Nacional de Educação, recentemente sancionado, uma vez que incentiva o educador e atrai o aluno.”
Se este é o estágio atual, o que o PEI, além do Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) com uma nova roupagem, representa? Na realidade, é a mesma coisa, pois não incentivou o crescimento humano por meio das competências adquiridas, e a educação escolar deve transcender conceitos teóricos, discursos com cifras manipuladas e focar a realidade individual de cada aluno, pois a vida está ocorrendo agora e, portanto, demanda ações que alterem a realidade.
O sistema entende que o PEI não é um espaço físico projetado para receber os beneficiários do plano. Essa estratégia se refere ao apoio ao professor, incluindo suporte psicológico, emocional e até financeiro; tem o objetivo de oferecer condições apropriadas ao profissional que transforma vidas na área educacional. Essa abordagem tem como objetivo atrair os melhores, e isso requer reconhecimento e valorização para estimular uma competição saudável.
Se o sistema não definir metas com uma equipe de profissionais para orientar um processo de aprendizagem personalizado, o desfecho será professor sem direção e alunos que progridem de ano sem as competências necessárias. A meta representa a única forma de garantir a eficácia do novo Plano Nacional de Educação, recentemente sancionado, uma vez que incentiva o educador e atrai o aluno. Compreendemos que não haverá efeitos imediatos, pois a adaptação do professor demanda tempo. Contudo, o começo é o instante crucial. Iniciar é a ação que ressalta o posicionamento.
“ Só que, antes de focar o aluno, é crucial mirar no profissional responsável por fomentar a educação na instituição.”
Como a escola deve se adaptar para atender à realidade?
Há a necessidade de customizar a abordagem pedagógica? Com urgência! Só que, antes de focar o aluno, é crucial mirar no profissional responsável por fomentar a educação na instituição. Voltar-se para a adequação da carga horária, o reconhecimento e a disponibilização de condições para o progresso da educação sem interromper o suporte técnico-pedagógico é fundamental. O Projeto de Lei nº 3.674/2025, que está em tramitação na Câmara, propõe a diminuição da carga horária de quarenta para trinta horas por semana, sem prejuízos financeiros. Isso simplifica a atuação por reduzir o peso físico, psicológico e emocional do professor, que terá, em um mês, uma semana a menos de horas em sala de aula.
E a formação e suporte? Professor capacitado converte a essência do PEI em uma educação escolar atraente, em razão de adotar um processo que produz resultados surpreendentes, graças à sua ênfase no aluno, e que amplia a sua visão por adicionar o ingrediente essencial no procedimento de ensinar: a empatia, que ativa o processo de humanização com o objetivo de atender às necessidades do aluno, que estabelece as cadências para um aprendizado eficiente.
O impacto pode ser tamanho que professor e aluno compreendem que a constância é norma e sistema, que a participação de docentes, famílias e até profissionais especializados, como terapeutas, são componentes decisivos da receita, em virtude de revisar regularmente as metodologias para que metas e estratégias conduzam a resultados positivos.
Afinal, o PEI é a garantia legal aos direitos do aluno, e, para implementá-lo, é preciso reestruturar a instituição educacional, que precisa se preparar para acolher a geração alfa, que está nas creches e, em um prazo máximo de três anos, ingressará na escola regular. A urgência reside na formação imediata da equipe técnico-pedagógica, destinada a oferecer apoio e direcionamento ao professor. O objetivo não se limita a uma simples reformulação da escola, mas, sim, em se preparar para receber uma geração cuja mente está conectada ao futuro.
As falhas a serem ajustadas são as mesmas que travam o avanço da Escola de Tempo Integral, tornando-a um fardo para o educador e um desgaste para o aluno, que fica ocioso. O sistema apresenta um plano, porém se destitui de compromisso e responsabilidade, uma vez que o encargo pelas estratégias recai sobre os gestores, a coordenação pedagógica e os educadores, que não conseguem alcançar as metas estabelecidas devido à inadequação da estrutura técnica e organizacional. Tudo permaneceu igual! Por quê? Porque não foram alocados recursos em formação, planejamento pedagógico e, devido à escassez de fundos, a infraestrutura continua inadequada, desprovida de elementos essenciais como quadras esportivas, refeitórios e laboratórios.
Na verdade, o sistema continua em off, e a instituição, sem suporte, não se reconfigura ao sistema do aluno e, assim, não acata a diversidade nem atende a uma sociedade multicultural para satisfazer as necessidades individuais, que exige ampliar a abordagem pedagógica, porque exige uma equipe formada por supervisores, coordenadores e diretores que não é atuante, porque a estrutura exigida vai além da didática, e, sem a didática, os desejos do aluno não são atendidos.
Por quê? A trajetória não pode ter passagens alternativas como veia de escape, pois o PEI não se baseia em protocolos ou táticas pedagógicas que não geram benefícios ao aluno, por ser genuinamente lógica. Se o sistema não incorporar os princípios da engenharia pedagógica, com o objetivo de tratar cada situação singularmente e, dessa forma, criar estratégias que permitam a aplicação de conteúdo personalizado, sem prejudicar o indivíduo, a diversidade e a superação de desafios, interromperá o processo quando se deparar com obstáculos como vulnerabilidades familiares, problemas comportamentais e características neuro-divergentes.
Implantar o PEI é um desafio sem precedentes, porque é preciso desenvolver projetos e metodologias que utilizem procedimentos que personalizem a educação por meio de sistemas de aprendizado que mesclam tecnologias e ciências cognitivas sem negligenciar os métodos pedagógicos que geram resultados na instituição.
O educador precisa ser o centro do processo? Sim! E em primeiro plano, para adquirir competências, por isso é fundamental uma infraestrutura técnica eficiente, recursos adequados, suporte para afrontar as restrições e fomentar um ensino personalizado. Porém, caso o conteúdo não seja priorizado, o educador não alcançará resultados satisfatórios, necessitando do envolvimento da coordenação, da equipe técnica e da direção, com o intuito de considerar o aluno como um cliente especial.
Esse apoio fomenta e fortalece a autoestima; a assistência proporciona apoio em momentos difíceis, pois a motivação que o mobilizou e o guiou para o caminho da superação destaca seu potencial, que vai além das fronteiras da classe. Essa harmonia representa um aprendizado individual por meio do uso de conteúdo e técnica personalizados para cada indivíduo na classe.
Conforme o processo progride, é essencial adicionar atenção e elevar o foco no individual para identificar os progressos acelerados e aqueles que estão estagnados devido às limitações. Ao direcionar a atenção para o aluno, emergem tanto potenciais quanto dificuldades, uma vez que isso impacta o próprio indivíduo, visando a superação de obstáculos. O envolvimento que fomenta o desenvolvimento humano é essencial pelo fato de modificar não só o contexto escolar, mas também o social e o familiar, tendo em vista que as ferramentas que permitem esse avanço são fruto de um processo que incentiva a aquisição de conhecimentos que aprimoram competências, levando o aluno à sua maior aspiração: a realização pessoal.
A partir desse estágio, é fundamental que se supere o investimento em recursos pedagógicos; é igualmente necessário promover a capacitação da equipe educacional, considerando que o Plano Educacional Individualizado (PEI) requer sensibilidade e equidade para reconhecer não somente os direitos, mas também os anseios, por meio de uma abordagem que satisfaça as aspirações de cada aluno.
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“ Ao direcionar a atenção para o aluno, emergem tanto potenciais quanto dificuldades, uma vez que isso impacta o próprio indivíduo, visando a superação de obstáculos.”
Ao cumprir essa meta, assentamos a base para os quatro pilares do PEI ao identificar o caminho que conduz ao fundamento do ensino para a formação completa, mediante ações que envolvem competências socioemocionais e cognitivas, uma vez que o plano incentiva a necessidade de aprender ensinando. É nesse estágio que o procedimento converte a instituição de ensino em um ambiente acolhedor, perfeito para a concretização de aspirações, em virtude de situar um padrão de ensino que promove habilidades para a concretização de aspirações pessoais, convertendo a educação numa prática que valoriza a cultura, respeita a fé e promove um ensino que atenda não exclusivamente às ambições, mas à capacidade de desenvolvimento do aluno, por meio do acolhimento e do respeito à diversidade. Isso posiciona o aluno no núcleo do planejamento educacional como uma pessoa única, permitindo que a escola alcance o objetivo: o desenvolvimento humano, profissional e pessoal.
“ O tempo que poderia ser utilizado para atender ao individual foi empregado coletivamente, lançando mais uma geração de vidas na sociedade de direitos em que deveres não são cumpridos.”
No entanto, de nada vale adotarmos planos com estratégias que ampliem as perspectivas da educação se o sistema, em sua hibernação, não despertar para questionar ao seu cliente: o que é útil ou inútil? O retorno pode, meramente, ponderar sobre suas ações, a fim de discernir o que é significativo ou irrelevante!
Por isso, é fundamental realizar uma autoavaliação antes de contestar: O que é dispensável na vida de cada aluno? Quais fatores contribuem para o seu desenvolvimento humano e pessoal?
A conclusão pode deixar claro que o sentido de um objetivo para cada indivíduo é que determina se é vantajoso ou nocivo! O que nos leva a atribuir valor? Que conceito é esse? A avaliação contempla as necessidades do eu, que é um ser humano, e não um objeto passível de manipulação, uma vez que a inteligência artificial, apesar de seu avanço, não satisfará a ambição de um eu permanentemente insatisfeito, por não poder considerar uma ação como substantiva e relevante para alguém que somente anseia por um ambiente provido de atrativos.
Portanto, aquilo que é inútil para o sistema, como o não acolhimento, pode representar o anseio de um aluno. Embora a maioria viva intensamente, ainda há aqueles que descobrem a vida como um estado de tédio, uma inutilidade, a ponto de se auto-destruírem para eliminar o que julgavam inútil — a própria vida.

Esses pontos de vista são controversos. Porém, um aplica toda a atenção no que é deixado de lado na última fila: se sou humano, por que não sou tratado como único? Os gestores percebem que dedicaram recursos e tempo à procura do passageiro, sem preparar adequadamente o aluno durante sua estadia na instituição. Estabeleceram ações que julgaram apropriadas: buscavam inovação com o objetivo de proporcionar um ensino de alto padrão, desviando o foco das aspirações individuais. Tudo foi em vão, e, dessa forma, passaram para o ciclo seguinte tão vazios quanto entraram.
Surpreendentemente, só restou o tempo; tempo desperdiçado com informações inúteis, métodos ultrapassados e, o mais lamentável: o avanço humano não foi visível. O tempo que poderia ser utilizado para atender ao individual foi empregado coletivamente, lançando mais uma geração de vidas na sociedade de direitos em que deveres não são cumpridos.
O futuro? Desvaneceu-se num passado que se transformou numa página em branco percorrida, pois o presente, que deveria ter feito de cada aluno uma pessoa única, foi preenchido com protocolos que sufocaram oportunidades e limitaram aspirações.
Mas o planeta que se move pela força das ferramentas digitais alerta: o tempo de reiniciar é agora, pois a escola precisa se adaptar para receber a geração beta, que nasceu a partir de 2025. Essa geração irá desmantelar os princípios convencionais da educação, superar os obstáculos socioeconômicos e edificar um mundo no qual a educação escolar se tornará obsoleta, em virtude do avanço de um ambiente híbrido, no qual as ferramentas digitais alcançarão avanços tecnológicos capazes de gerar as oportunidades que almeja! Paredes e muros? Prisão em regime de segurança máxima! Título universitário? A combinação da inteligência artificial com a robótica provocará mudanças de pensamento e modificará realidades para simplificar a vida!
É importante enfatizar que a função do professor será de supervisão, para evitar desvios, mantendo-se a ação até que as asas do seu aluno adquiram consistência o suficiente para voar até o destino ambicionado.
Se o Plano Nacional de Educação recém aprovado não pegar uma carona nessa realidade, perderá a oportunidade de aprender com a geração beta que o futuro é agora. Além disso, deixará de reconhecer que o PEI deve ser aplicado com justiça, para que as gerações presentes na sala de aula não se afastem de suas próprias trajetórias. Afinal, a geração beta já é educada por uma inteligência artificial projetada para não se submeter às normas do sistema e se concentrará em monitorar o progresso por meio de habilidades práticas, prevenindo a assimilação de informações que não fomentam a inovação.
Diante dessa perspectiva, devemos prosseguir com o episódio “educação personalizada”? Sim, e de maneira contínua para resgatar a atual geração! Pois, quando a geração beta assumir o próprio comando, a aliada inteligência artificial gerenciará a gestão com plataformas de aprendizado encantadoras, oferecendo alternativas como a microaprendizagem, com modelos personalizados, para assegurar que o aluno não se desvie do objetivo estabelecido pelas ambições pessoais.
Não tenha receio, sistema, a hiperconectividade é uma extensão da geração beta, que se transformará em um cyborg devido à ligação do eu com o mundo conectado que a fascina. A progressão alcançará uma magnitude que não se curvará às ordens humanas, já que dominarão os instrumentos de ataque e defesa para salvaguardar os objetivos individuais. Avançará correspondendo às coordenadas delineadas pelas suas aspirações e não permitirá retrocessos, em razão de estar focada em proteger seus projetos, pois sua parceira inteligência artificial resolverá problemas com precisão, não só para aumentar as suas oportunidades, como também auxiliando na adaptação a um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.
“A combinação da inteligência artificial com a robótica provocará mudanças de pensamento e modificará realidades para simplificar a vida!”

