Um futuro mais próximo do ensino híbrido — sendo mais amplo e em que o aluno tem várias possibilidades de aprender ao mesmo tempo — nos leva a pensar como a tecnologia está se desenvolvendo em alta velocidade. Muitos autores dizem que, na aprendizagem, o mais importante é aprender a aprender, com novas maneiras de ensinar e novas formas de aprender; porém, a ciência da mente tem um grande impacto na educação, em que o grande enfoque é a inteligência (o que é inteligência?). Tendo a capacidade de sair de situações, contornando os obstáculos e ampliando nossas possibilidades, podemos estimular a inteligência de qualquer forma, independentemente de classe social. Com a chegada do coronavírus, vieram o fechamento das escolas e a necessidade de fazer com que as crianças e os adolescentes continuassem aprendendo, e fomos obrigados
a optar pelo ensino remoto emergencial. A tarefa foi bem complexa e exigiu rapidez e flexibilidade de gestores, professores, coordenadores, alunos e famílias. A pandemia trouxe à tona termos como ensino híbrido, sala de aula invertida e metodologias ativas. Esses termos têm sido muito discutidos, e é importante falarmos sobre eles. Para a Educação Infantil, ficou difícil, mas não impossível. Quando damos maior sentido ao desenvolvimento do cérebro, podemos, sim, estimulá-lo em qualquer idade, pois somos professoras e, como toda boa professora, estamos sempre nos reinventando com um único alvo: o ritmo de aprendizagem do aluno, incentivando e respeitando
as particularidades de cada um.
E venho parabenizar pelo conteúdo riquíssimo
da publicação #114 e agradecer a oportunidade de compartilhar com vocês meu projeto: O desenvolvimento da criança na Educação Infantil. Essa publicação me motiva, cada dia mais, a pesquisar e elaborar atividades para o crescimento e o desenvolvimento da aprendizagem das crianças.
Parabenizo a revista Construir Notícias por me proporcionar exemplares com artigos e textos maravilhosos! Gratidão.
Nome: Claudiana de Lima Borges
Cidade: Fortaleza
Estado: CE