Edição 117

Cartas à redação

Cartas à Redação

Sou gestor financeiro e adoro os conteúdos abordados e sempre atualizados pela Editora. O material e o suporte aos seus clientes são nota dez. Sentimo-nos honrados em ser parceiros desse projeto e estamos colhendo coisas boas para o futuro dos nossos alunos.

Nome: Rudemberg de C M
Email: cevarozangela@gmail.com
Local de trabalho: Colégio C.E.V.A.

A edição #114 nos traz orientações excelentes acerca do futuro que foi antecipado pela pandemia. É muito bom saber das abordagens dessa metodologia ativa, que irá determinar as práticas docentes de agora por diante. Hoje, emerge, neste cenário de pandemia, um ensino muito voltado para a curadoria. Adoraria ver, nas próximas edições, discussões acerca dessa temática, que também faz parte do “novo normal”. Agradeço pela oportunidade que a revista Construir Notícias oferece: uma leitura de qualidade voltada para formação em serviço.

Nome: Magna Oliveira de Lima
Cidade: Olinda
Estado: PE
Um futuro mais próximo do ensino híbrido — sendo mais amplo e em que o aluno tem várias possibilidades de aprender ao mesmo tempo — nos leva a pensar como a tecnologia está se desenvolvendo em alta velocidade. Muitos autores dizem que, na aprendizagem, o mais importante é aprender a aprender, com novas maneiras de ensinar e novas formas de aprender; porém, a ciência da mente tem um grande impacto na educação, em que o grande enfoque é a inteligência (o que é inteligência?). Tendo a capacidade de sair de situações, contornando os obstáculos e ampliando nossas possibilidades, podemos estimular a inteligência de qualquer forma, independentemente de classe social. Com a chegada do coronavírus, vieram o fechamento das escolas e a necessidade de fazer com que as crianças e os adolescentes continuassem aprendendo, e fomos obrigados a optar pelo ensino remoto emergencial. A tarefa foi bem complexa e exigiu rapidez e flexibilidade de gestores, professores, coordenadores, alunos e famílias. A pandemia trouxe à tona termos como ensino híbrido, sala de aula invertida e metodologias ativas. Esses termos têm sido muito discutidos, e é importante falarmos sobre eles. Para a Educação Infantil, ficou difícil, mas não impossível. Quando damos maior sentido ao desenvolvimento do cérebro, podemos, sim, estimulá-lo em qualquer idade, pois somos professoras e, como toda boa professora, estamos sempre nos reinventando com um único alvo: o ritmo de aprendizagem do aluno, incentivando e respeitando as particularidades de cada um. E venho parabenizar pelo conteúdo riquíssimo da publicação #114 e agradecer a oportunidade de compartilhar com vocês meu projeto: O desenvolvimento da criança na Educação Infantil. Essa publicação me motiva, cada dia mais, a pesquisar e elaborar atividades para o crescimento e o desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Parabenizo a revista Construir Notícias por me proporcionar exemplares com artigos e textos maravilhosos! Gratidão.
Nome: Claudiana de Lima Borges Cidade: Fortaleza Estado: CE
 
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